- Rodrigo Areias apresenta, hoje, no Festival Mimo, o documentário Nova “78”, co-realizado com Aaron Brookner, no Largo Condessa do Juncal, em Guimarães, às 21:30.
- O filme explora o universo criativo e radical de Nova Iorque nos anos 1970.
- Areias revela que o primeiro palco lhe foi pisado aos 17 anos, há 30 anos, durante o lançamento de uma compilação de bandas.
- O lançamento contou com o envolvimento de Henrique Amaro e da Antena 3, marcando a estreia da Editora Garagem, que se tornou referência na música independente.
Rodrigo Areias apresenta hoje, no Festival Mimo, a exibição de Nova “78”, documentário que co-realizou com Aaron Brookner. O lançamento ocorre no Largo Condessa do Juncal, em Guimarães, às 21:30. O filme mergulha no universo criativo da Nova Iorque dos anos 70 para explorar a radicalidade dessa época.
A obra foca-se na musicalidade independente e na vanguarda artística que marcou aquela década na cidade norte-americana. A produção revela relações entre músicos, artistas visuais e clubes que impulsionaram uma esfera cultural alternativa, descentrando o circuito comercial.
Areias recorda, de forma contextual, a relação entre o nascimento artístico e as primeiras oportunidades de palco na vida dele, há 30 anos. A memória inclui o impulso de uma compilação de bandas, lançada num cenário de estreias e parcerias que se tornou marcante no ensino da música independente.
Contexto da obra
Nova “78” analisa a década de 1970 em Nova Iorque através de testemunhos e imagens de arquivo, mostrando como a cena radical da cidade influenciou movimentos artísticos posteriores. O filme inscreve-se numa linha de investigação sobre autonomia criativa fora dos grandes circuitos.
Relevância para o festival
O evento no Guimarães é apresentado como uma oportunidade de olhar para uma fase histórica da música experimental. A exibição faz parte de um conjunto de sessões que o Mimo reserva para explorar linguagens híbridas entre cinema e música.
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