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Caixinha da Bea: o som irritante que marcou 2010

O Mundial de 2010 ficou marcado pelo som das vuvuzelas e pelo hino de Shakira, tornando‑se o torneio mais sonoro de sempre

As histórias escondidas de todos os Mundiais
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  • O Mundial de 2010 realizou-se na África do Sul e ficou marcado pelo forte volume de sons no estádio, principalmente das vuvuzelas.
  • A presença das vuvuzelas tornou-se um dos símbolos sonoros daquela edição, associadas ao ambiente de cada jogo.
  • A cantora Shakira ficou ligada ao torneio, com a música oficial do evento que ganhou destaque entre os fãs.
  • O tom sonoro dominante do certame foi amplamente comentado pela imprensa internacional na altura.
  • O artigo destaca o Mundial de 2010 como um caso particularmente sonoro, pela combinação de música e ruído de fundo.

O Mundial de 2010, realizado na África do Sul, ficou marcado pelo som das vuvuzelas e pela canção de Shakira, Waka Waka, associada ao torneio. A combinação tornou-se icónica e amplamente presente nas transmissões.

As vuvuzelas proliferaram nos estádios, criando um ambiente sonoro único, mas também gerando críticas pela intensidade do ruído. Diversos espectadores e produtores de eventos avaliaram o áudio como irritante, sobretudo durante jogos com altas audiências.

Shakira atuou na cerimónia de abertura e a música Waka Waka tornou-se o hino não oficial do Mundial, acompanhando boa parte da cobertura mediática. O fenómeno musical contribuiu para a identidade do torneio e para a memória coletiva do evento.

O legado do som acabou por influenciar o modo como futuros Mundiais são vividos, com debates sobre acústica em estádios, bem como sobre a presença de hinos oficiais. A repercussão foi global e durou além dos minutos de cada jogo.

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