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Coliseu do Porto abre espaço à cena independente com o ciclo Primeira Box

Coliseu Box abre no Porto como palco para bandas emergentes, com início a 6 de julho e bilhete a cinco euros

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  • O Coliseu Box abre a 6 de Julho, com Astra Vaga, Calcutá e Evaya, direcionado a bandas e artistas emergentes do Porto.
  • O espaço, menor dentro do Coliseu, funciona como “black box” para permitir concertos de média dimensão (em média 400 lugares sentados ou 750 em pé).
  • O ciclo Primeira Box tem entrada a cinco euros e prevê sessões adicionais às segundas-feiras em 2026, com ações em 21 de Setembro (hip‑hop) e 12 de Outubro (rock em várias vertentes).
  • João Vieira, curador, explica que a programação contempla a diversidade da cena portuense e artistas/editores locais, para dar visibilidade a quem atua no underground da cidade.
  • O objetivo é manter o ciclo por pelo menos três anos, ajudando bandas a consolidar-se e amenizar dificuldades de espaços de ensaio e de concertos na região, especialmente após a pandemia.

O Coliseu do Porto inaugura, no dia 6 de Julho, o ciclo Primeira Box, dedicado a bandas e artistas emergentes da cidade. O concerto de abertura é da responsabilidade de Astra Vaga, Calcutá e Evaya, num formato de sala de média dimensão.

O Coliseu Box é uma área dentro do Coliseu antigo, com capacidade ajustável entre 400 lugares sentados e 750 em pé, criada para permitir concertos de média envergadura. O objetivo é democratizar o acesso e dar visibilidade a artistas em início de carreira.

João Vieira, curador do arranque, afirma que o foco está em artistas do Porto ou com ligação à cidade, refletindo a diversidade da cena local. A programação envolve bandas apoiadas por editoras e promotoras portuenses, como Lovers & Lollypops e Saliva Diva.

O ciclo mantém-se em 2026 com mais duas sessões, sempre às segundas, com bilhete de cinco euros. Dias 21 de Setembro, 12 de Outubro e novas datas preenchem o alinhamento, com propostas que vão do hip hop ao rock e ao pós-punk.

A ideia é apoiar bandas que atuam no underground, ensaios e salas pequenas, oferecendo maior visibilidade. Este modelo pretende responder à necessidade de espaços de média dimensão no Porto, num contexto de dificuldades para salas de ensaio e concertos.

A direção do Coliseu estima manter o Primeira Box por pelo menos três anos, adaptando-se à disponibilidade de agenda do Coliseu e do próprio espaço. O objetivo é fortalecer a circulação musical local e oferecer uma plataforma estável para artistas da cidade.

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