- O Kennedy Center foi ordenado pela justiça a remover imediatamente o nome de Trump de documentos, sinalética externa e interna, bem como das redes sociais, com prazo até 12 de junho.
- A decisão judicial de que a mudança de nome foi ilegal foi proferida pelo juiz Christopher R. Cooper, do Tribunal Distrital Federal de Washington.
- O centro afirmou que vai cumprir a decisão e avaliar opções legais para preservar o projeto de revitalização.
- O contexto inclui uma quebra de procura de bilhetes e afastamento de artistas e instituições, atribuídas a uma perceção de politização do espaço.
- A acção que levou à proibição da alteração do nome foi movida pela deputada Joyce Beatty; o juiz também questiona o encerramento anunciado para remodelações, defendendo ponderação independente.
O Kennedy Center foi alvo de uma decisão judicial que determina a retirada imediata do nome de Trump do edifício, sinalética, documentos e redes sociais. A ordem exige cumprimento até 12 de Junho, em consequência de uma ação movida contra a mudança de nome aprovada em Dezembro.
O tribunal de Washington considerou ilegal a alteração do nome e apontou impactos na identidade institucional. O gabinete jurídico do centro informou aos trabalhadores para obedecer à decisão e avaliar ações legais para manter o projeto de revitalização em curso.
O centro, que enfrentava queda de bilheteiras e afastamento de artistas desde a chegada de Trump à gestão, reage à decisão com cautela. A administração afirma cumprir a ordem e buscar soluções que preservem o projeto de revalorização da instituição.
O fundador e porta-voz do Kennedy Center, Roma Daravi, indicou que o objetivo é respeitar a decisão judicial enquanto avalia opções legais. O canal analítico aponta que a mudança gerou controvérsia e impacto financeiro ao longo dos últimos meses.
Donald Trump reagiu pelas redes sociais, afirmando que só continua envolvido se houver liberdade para conduzir a instituição. O presidente pediu recuperação física, financeira e artística do Kennedy Center como condição para manter o cargo.
A decisão de reverter o nome coincide com a suspensão de eventos programados para obras de renovação anunciadas no início de Fevereiro, com previsão de encerramento por dois anos. O prazo de conclusão pode sofrer alterações conforme desdobramentos judiciais.
Medidas e desdobramentos legais
O juiz Christopher R. Cooper, do Tribunal Distrital Federal de Washington, também avaliou o encerramento para obras, citando falta de avaliação adequada das consequências para a instituição. O processo reforça a exigência de planejamento independente pelos membros do conselho.
A ação que resultou na declaração de ilegalidade foi movida pela deputada Joyce Beatty, Democrata pelo Ohio, ex-membro do conselho, que sustentou que o nome não pode ser alterado unilateralmente. O caso continua em tramitação para outros recursos.
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