- O FNAC Live realizou-se nos Jardins da Torre de Belém, junto ao Tejo, num evento gratuito com dois palcos e música ao ar livre.
- Milhares de pessoas estiveram no local, com foodtrucks e intervenções dos artistas do Chapitô a animar entre concertos.
- No cartaz, emergentes como Bad Tomato, Mateus Verde, Inês Sousa e Must Be Blue estiveram lado a lado de nomes consagrados como Tozé Brito, Carolina Deslandes, Carminho e Valter Lobo.
- A FNAC sublinha a missão de democratizar a cultura, associando o festival ao programa Novos Talentos FNAC, que já se expandiu para áreas como ilustração e videojogos.
- O objetivo é reunir gerações num espaço emblemático de Belém, oferecendo uma experiência cultural acessível e partilhada.
O FNAC Live voltou a transformar os Jardins da Torre de Belém numa sala de estar ao ar livre. O evento, gratuito, reuniu milhares de pessoas junto ao Tejo, num dia de sol e vento que ajudou a criar o ambiente.
Ao longo da tarde e noite, os dois palcos fizeram-se ouvir com uma programação que incluiu artistas emergentes e nomes reconhecidos. Entre os destaques estiveram Bad Tomato, Valter Lobo, Tozé Brito, Carolina Deslandes, Carminho e Deixem o Pimba em Paz.
As famílias procuraram o espaço para piqueniques, as crianças brincaram e o público circulou entre os concertos. Foodtrucks contaram com a presença de várias opções, mantendo o recinto vivo entre as atuações.
Um dos pontos marcantes foi a presença de artistas emergentes que acompanharam nomes consagrados, numa montagem que privilegiou a diversidade. O programa Novos Talentos FNAC tem vindo a expandir-se ao longo dos anos.
Valter Lobo regressou ao festival ao palco principal, numa atuação intimista com sonoridade folk. O músico destacou a continuidade do percurso criado pelo programa Novos Talentos FNAC.
Bad Tomato, trio vencedor da categoria Música do Novos Talentos FNAC 2025, abriu portas ao público com influências punk, pós-punk e hardcore. Os membros sublinharam a importância da visibilidade proporcionada pelo evento.
O projeto online descreveu-se como outsider, buscando evitar rótulos. A banda viu no FNAC Live uma oportunidade de apresentar o trabalho a um público amplo e de iniciar uma trajetória mais sólida.
A cerimónia de Belém, com o Tejo como cenário, refletiu a filosofia da FNAC de democratizar a cultura. O festival reuniu fãs de várias gerações, famílias e amigos que apreciaram a união entre passado e novidade.
Programa e perspetivas
O cartaz manteve o equilíbrio entre nomes consagrados e novidades. Os artistas emergentes passaram a conviver com referências locais e nacionais, fortalecendo o compromisso da FNAC com as trajetórias criativas.
Para Inês Condeço, diretora de Marketing e Comunicação da FNAC Portugal, a edição celebra 14 anos de FNAC Live e 24 de Novos Talentos FNAC. A responsável destacou a ligação entre lojas, showcases e o palco de Belém.
O objetivo da FNAC é sustentar caminhos artísticos não lineares. O festival é visto como complemento à atuação diária da rede na promoção de artistas, com impacto na confiança de novos criadores.
O público, segundo a organização, sai satisfeito com a experiência ao ar livre, em ambiente inclusivo junto à água. O FNAC Live continua a ser uma referência cultural gratuita em Lisboa.
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