- O FBI e outras autoridades estão atentas a um aumento de ameaças de morte contra Bruce Springsteen durante a digressão Land of Hope and Dreams Tour, com reforço de segurança.
- O guitarrista Steven Van Zandt afirmou que o tom político da digressão gerou mais ameaças do que o habitual, levando a equipa a intensificar as medidas de proteção.
- A digressão, marcada por posições críticas à atual administração dos EUA, abriu a 31 de março em Minneapolis, com discursos a defender a democracia, a justiça e a unidade.
- A segurança adicional visa assegurar a proteção de fãs e artistas, devido ao contexto político das apresentações.
- A digressão está marcada para terminar a 30 de maio, em Filadélfia.
Bruce Springsteen tem visto um aumento de ameaças de morte durante a digressão Land of Hope and Dreams, levando a equipa a reforçar a segurança. A abertura ocorreu a 31 de março, no Target Center, em Minneapolis.
A digressão, marcada por um tom político, contrasta com o trabalho habitual do artista. Springsteen tem sido crítico de Donald Trump, e o tema da digressão incluiu posições públicas sobre a administração atual e políticas de imigração.
Steven Van Zandt, reforçando a gravidade da situação, afirmou que o FBI e as autoridades têm estado especialmente atentos. A segurança extra é uma resposta a ameaças associadas ao conteúdo político apresentado no espetáculo.
O cantor é conhecido por críticas à gestão norte‑americana, tendo já apelado à defesa de democracia, Estado de direito e unidade. A digressão enfatiza mensagens de esperança em defesa da participação cívica e da paz.
Historicamente, Springsteen tem trocado farpas públicas com Trump, que já o chamou de figura negativa. A nova canção de protesto Streets of Minneapolis surge no contexto de críticas a políticas da ICE e a conselheiros próximos do ex‑presidente.
A digressão tem término previsto para 30 de maio, em Filadélfia, mantendo o foco em mensagens políticas e na segurança dos fãs durante as atuações.
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