- A fadista Diana Vilarinho revelou que gravou o novo álbum em casa, buscando um som mais orgânico e próximo.
- O disco, intitulado “Uma carta escrita”, é inspirado na história da avó durante a ditadura e na memória e na procura pela liberdade.
- A ideia de gravar em casa surgiu na fase de preparação, ao definir o som desejado e como seria ouvido.
- Vilarinho quis evitar uma sonoridade excessivamente polida, priorizando a imperfeição e a sensação de proximidade.
- Procurou equilíbrio entre cuidado e espontaneidade, sem realizar um álbum ao vivo.
Diana Vilarinho apresentou o novo álbum intitulado Uma carta escrita, gravado em casa. A fadista descreve a obra como inspirada na história da avó durante a ditadura, marcada pela memória e pela busca de liberdade.
A cantora explica que o processo de criação do segundo disco ajudou a definir a sonoridade desejada. Optou por uma tonalidade mais orgânica, menos polida, com espaço para imperfeições e proximidade com o ouvinte.
A ideia, segundo a artista, foi encontrar equilíbrio entre cuidado e espontaneidade. Não se tratou de um registo ao vivo, mas de uma gravação doméstica com liberdade criativa.
Processo criativo
O álbum surge da vontade de trazer a música para dentro do espaço onde a artista vive, mantendo o foco na autenticidade sonora que a caracteriza. A narrativa ligada à avó nordestina orienta as faixas.
A obra destaca ainda a importância de uma produção que permita respirar em cada tema, enfatizando o detalhamento sem perder a naturalidade da interpretação.
Entre na conversa da comunidade