- Em 2007, a Fábrica Braço de Prata, em Marvila, renasceu como centro de arte e cultura, descrita como “orgulhosamente ilegal”.
- No ano passado, a instituição legalizou-se, passando a funcionar dentro da lei.
- O espaço tem 300 metros quadrados e vai acolher, entre outros, a escola de jazz que regressou.
- A reportagem descreve a luz de fim de tarde a entrar pelas grandes janelas e os vários espaços do antigo fábrica de armamento.
- Luha Ghroum Vieira, vice-presidente da Fábrica Braço de Prata – Associação Cultural, é citada no artigo.
O que aconteceu
A Fábrica Braço de Prata, em Marvila, Lisboa, mudou de destino: de fábrica de armamento para centro cultural e espaço comunitário. O renascimento ocorreu em 2007 e, no ano passado, o espaço legalizou a sua atividade como associação cultural.
Quem está envolvido
A gestão é assegurada pela Fábrica Braço de Prata – Associação Cultural. Luha Ghroum Vieira, vice-presidente, destaca a continuidade da transformação e o projeto de manter a instituição como espaço de experiência artística.
Quando e onde
O espaço fica em Lisboa, na zona de Marvila. A recuperação começou em 2007, com a passagem de uma antiga fábrica para um polo cultural. Atualmente, a instituição prepara o seu futuro sob a nova conformação legal.
Porquê
A mudança visa manter a Fábrica Braço de Prata como plataforma de expressão artística e de comunidade, com propostas como uma escola de jazz já integrada no espaço. O objetivo é preservar a memória industrial e expandir atividades culturais.
Futuro e continuidade
A associação planeia consolidar a oferta cultural, ampliando parcerias locais e reforçando a participação da comunidade. A legalização recente facilita a gestão e a transparência das atividades.
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