- O Festival Terras sem Sombra volta a Mértola nos dias 16 e 17 de maio, integrando música, património e preservação da biodiversidade.
- No dia 16 de maio, às 15h00, ocorre a atividade de património “Engenhos, Memórias, Paisagens: os Moinhos de Mértola”, com encontro na Achada de São Sebastião.
- Às 21h30 do mesmo dia, na Igreja Matriz de Nossa Senhora Entre-as-Vinhas, há o recital “Pablo Casals e Johann Sebastian Bach: Diversas (Talvez Muitas) Afinidades Electivas”, pela violoncelista Estelle Revaz.
- No dia 17 de maio, às 09h30, realiza-se a ação “A Raça Bovina Mertolenga: Uma Perspectiva Agro-Ecológica”, em Corte do Pinto, com encontro na Junta de Freguesia de Mértola.
- O festival consolida-se como projeto cultural nacional, promovendo o diálogo entre arte, património e sustentabilidade e valorizando os territórios do interior.
O Festival Terras sem Sombra regressa a Mértola para a 22.ª temporada, nos dias 16 e 17 de maio, numa programação que junta música, património cultural e biodiversidade. O objetivo é valorizar o interior alentejano através de várias atividades.
O evento envolve artistas, comunidades locais e instituições do concelho, mantendo o foco na salvaguarda da riqueza natural e patrimonial da região. A iniciativa funciona como ponte entre arte, cultura e sustentabilidade.
No dia 16 de maio, às 15h00, há uma ação de património intitulada “Engenhos, Memórias, Paisagens: os Moinhos de Mértola”, com ponto de encontro na Achada de São Sebastião, junto ao parque da Santa Casa da Misericórdia.
Às 21h30, a Igreja Matriz de Nossa Senhora Entre-as-Vinhas recebe o concerto “Pablo Casals e Johann Sebastian Bach: Diversas (Talvez Muitas) Afinidades Electivas”, com a violoncelista Estelle Revaz.
Programa em Mértola
No dia 17 de maio, às 09h30, realiza-se a ação dedicada à biodiversidade “A Raça Bovina Mertolenga: Uma Perspectiva Agro-Ecológica”, em Corte do Pinto, com encontro na Junta de Freguesia de Mértola.
A iniciativa destaca a importância da raça autóctone para o equilíbrio ambiental e económico da região.
Terras sem Sombra permanece como projeto cultural de referência nacional, promovendo o diálogo entre arte, património e sustentabilidade, ao serviço das comunidades do interior.
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