- Em julho de 2018, a revista The Wire dedicou várias páginas e a capa a aquilo a que chamava “Cairo’s new wave”.
- O texto descrevia a nova vaga criativa no Cairo, com forte foco na cena underground da cidade.
- Artistas misturavam a música árabe tradicional com vanguardismos electroacústicos e electrónicos.
- A descrição destacava a capital egípcia como um espaço caótico, em contraste com o conservadorismo político local.
- A narrativa situava essa movida musical a aquecer as noites das zonas subterrâneas da maior metrópole africana e do mundo árabe.
Em julho de 2018, a revista The Wire dedicou grande parte da edição, incluindo a capa, àquilo que descreveu como Cairo’s new wave. A publicação destacou a nova vaga de artistas no Cairo, que criavam uma ponte entre a música árabe tradicional e sonoridades electroacústicas e electrónicas emergentes.
Segundo a reportagem, a capital egípcia vivia um cenário underground vibrante, em contraste com o conservadorismo político da altura. Os textos explicaram que músicos locais não rejeitavam as raízes árabes, mas as fundiam com experimentação sonora para explorar novas expressões.
A abordagem da The Wire procurava dar visibilidade a uma série de criadores que surgiam nas noites da cidade, nos espaços subterrâneos e em plataformas independentes. A narrativa assinalou a importância da cena para a evolução da música contemporânea no Cairo.
Os agentes deste movimento incluíam artistas e produtores que, segundo a revista, impulsionavam uma prática musical que combina tradição e audácia, mantendo a identidade árabe. A cobertura pretendia contextualizar a efervescência cultural de uma cidade marcada pela diversidade sonora.
Entre na conversa da comunidade