- Gilberto Gil apresenta o espectáculo Amor Azul no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 10 de Outubro.
- A obra, concebida com Aldo Brizzi a partir do poema Gita Govinda, é descrita como uma ópera-canção em dois atos que funde música popular brasileira com canto lírico.
- Em Lisboa, Gilberto Gil será acompanhado pelo Núcleo de Ópera da Bahia, pela Lisbon International Symphony Orchestra e pelo Coro Phydellius, sob direção de Aldo Brizzi.
- Amor Azul teve estreia em versão concerto em Paris, em Dezembro de 2022, com a Orquestra Filarmónica da Rádio França.
- O artista, hoje com 83 anos, tem uma digressão europeia, com atuação prevista em Cascais a 8 de Julho, após concerto no Porto em Abril.
Gilberto Gil vai apresentar o espetáculo Amor Azul no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 10 de Outubro. A produção foi anunciada pela promotora Grupo Chiado. A peça é descrita como uma ópera-canção em dois atos, que funde música popular brasileira com canto lírico.
A obra foi concebida com o maestro Aldo Brizzi e tem por base o poema clássico indiano Gita Govinda. Em Salvador, a récita contou com os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, que destacaram 40 músicas inéditas a retratar o amor entre Krishna e Radha.
Para a apresentação lisboeta, Gilberto Gil será acompanhado pelo Núcleo de Ópera da Bahia, pela Lisbon International Symphony Orchestra e pelo Coro Phydellius, sob a direção de Aldo Brizzi. O elenco inclui ainda músicos de percussão e violonistas.
Amor Azul estreou em Paris, em 2022, numa versão concerto com a Orquestra Filarmónica da Rádio França. A produção teve transmissão pela RTP2 em 2023 e está disponível na RTP Palco. Em Portugal, o espetáculo sucede a uma digressão europeia de Gil.
Antes de Lisboa, o artista tem recital marcado a 8 de Julho no festival CoolJazz, em Cascais, no Hipódromo Manuel Possolo. Em Abril, atuou no Coliseu do Porto, numa digressão pela Europa, acompanhado pelos filhos e netos.
Gilberto Gil, hoje com 83 anos, soma mais de seis décadas de carreira, marcadas pela tradição e pela inovação. Um dos nomes mais reconhecidos da cultura brasileira em todo o mundo, foi ministro da Cultura entre 2003 e 2008 e é membro da Academia Brasileira de Letras desde 2021.
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