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Itália sob pressão por concerto de Kanye West após cancelamentos na Europa

Itália sob pressão de sindicatos e políticos para cancelar o concerto de Kanye West no Hellwatt, em Reggio Emilia, após cancelamentos na UE por declarações antissemitas antigas

Itália sob pressão para cancelar concerto de Kanye West após anulações no Reino Unido, França, Suíça e Polónia
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  • Itália é alvo de pressão para cancelar o concerto de Kanye West, que faz parte da digressão europeia de 2026, após cancels no Reino Unido, França, Polónia e Suíça.
  • O concerto de West está marcado para 18 de julho, no estádio RCF Arena, em Reggio Emilia, e está a ser debatido por sindicatos, comunidade judaica e políticos locais.
  • Pina Picierno, vice-presidente do Parlamento Europeu, pediu intervenção do governo italiano, apontando que outros países já impediram apresentações semelhantes.
  • O presidente da câmara de Reggio Emilia, Marco Massari, afirmou que a decisão cabe ao Ministério do Interior, enquanto o festivalista Victor Yari Milani defende a continuidade do espetáculo como espaço de expressão artística.
  • Ainda assim, o historial de declarações antissemitas de West sustenta o escrutínio; as datas europeias previstas continuam para Turquia (30 de maio), Países Baixos (6 e 8 de junho), Itália (18 de julho), Madrid (30 de julho) e Portugal (7 de agosto).

Kanye West, também conhecido como Ye, enfrenta pressão para cancelar o concerto de Itália da digressão europeia de 2026 após múltiplos cancelamentos noutros países devido a declarações antissemitas antigas. O espetáculo está marcado para 18 de julho, na RCF Arena, em Reggio Emilia.

Após cancelamentos no Reino Unido, França, Polónia e Suíça, cresce a possibilidade de cancelar o concerto italiano. Sindicatos, comunidades locais e políticos pedem uma decisão clara às autoridades, com receio de que o evento normalize discursos de ódio.

A imprensa local destaca que já foram vendidos cerca de 68 mil bilhetes para o concerto em Itália, aumentando a pressão para uma decisão rápida por parte do governo e das autoridades de interior.

Contexto e posições

A vice-presidente do Parlamento Europeu, Pina Picierno, apelou à intervenção governamental, apontando que outros países adotaram medidas para impedir apresentações. A Itália é chamada a acompanhar esse movimento.

Rosamaria Papaleo, representante de sindicatos da Emilia-Romagna, critica a possível realização do concerto nos moldes atuais, defendendo que os valores antifascistas devem orientar decisões públicas.

O presidente da Câmara de Reggio Emilia, Marco Massari, afirmou que a decisão final cabe ao Ministério do Interior. O festival Hellwatt mantém a posição de querer o artista como cabeça de cartaz, segundo o diretor artístico Victor Yari Milani.

Desdobramentos esperados

Milani justifica a presença de West como expressão artística e recorda o pedido de desculpas apresentado pelo músico num anúncio de jornal. Mantém que o festival é um espaço de liberdade criativa, dentro de moldes legais.

O Ministério do Interior não divulgou uma data para decisão, mantendo a incerteza sobre a entrada de West na Itália. Em contexto europeu, o conjunto de apresentações continua em análise pelas autoridades nacionais.

A digressão europeia de West já prevê outras datas, incluindo visitas previstas à Turquia, Países Baixos, Madrid e Portugal, mantendo em aberto o desfecho da passagem italiana conforme evoluam as negociações e as reações públicas.

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