- Unsafe Space Garden lançam o novo disco “O melhor e o pior da música biológica”, totalmente cantado em português, com sonoridade que mistura psicadelismo e rock progressivo.
- Os concertos de apresentação ocorrem esta quinta-feira no B.leza, em Lisboa, e amanhã no Plano B, no Porto, após a passagem pelo festival South by Southwest, nos Estados Unidos.
- O álbum nasce de um processo criativo de Nuno Duarte (voz e guitarra) e Alexandra Saldanha (voz e sintetizadores), em diálogo com associações locais, ranchos folclóricos e grupos de música tradicional portuguesa.
- A gravação, mistura e masterização ficaram a cargo de Rafael Silver; existe uma edição especial em vinil transparente, limitada a 300 exemplares, disponível também nas plataformas digitais.
- A digressão segue depois com datas em Caldas da Rainha, Odemira, Brighton, Den Haag, Lichtenvoorde e Barcelos, antes de passar por Aveiro, Covilhã, Guimarães, Seixal e Ílhavo.
O grupo Unsafe Space Garden apresenta o seu quarto disco, intitulado O melhor e o pior da música biológica. O lançamento marca uma viragem para um tom mais tradicional, sem perder a sonoridade psicadélica e o rock progressivo característicos.
O álbum é totalmente cantado em português e resulta de um processo criativo entre Nuno Duarte e Alexandra Saldanha, em contacto com comunidades locais, ranchos folclóricos, fadistas e grupos de bombos. A gravação, mistura e masterização ficaram a cargo de Rafael Silver.
A digressão de apresentação começa esta semana em Lisboa, no B.Leza, hoje, e no Porto, amanhã, no Plano B. Depois da atuação em Portugal, seguem-se datas em Caldas da Rainha, Odemira e outros palcos internacionais, incluindo Brighton e Den Haag.
O sexteto é composto por Nuno Duarte, Alexandra Saldanha, Filipe Louro, José Vale, Diogo Costa e João Cardita. O álbum terá edição especial em vinil transparente, com 300 exemplares, disponível também nas plataformas digitais.
O que muda na tournée
A banda mantém a sua paleta de harmonias vocais, guitarras com nuances funk e ritmos dançáveis, explorando a fusão entre tradição portuguesa e elementos psicadélicos. A apresentação ao vivo enfatiza a ligação entre a música tradicional e a estética progressiva.
Datas e próximos passos
Após Lisboa e Porto, o conjunto atua em Caldas da Rainha (11 de abril) e Odemira (25 de abril). A digressão internacional segue para Brighton (14-15 de maio), Den Haag (23 de maio) e outras cidades, encerrando em Barcelos (3 de junho).
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