- Morreu o maestro Álvaro Cassuto, aos 87 anos, na sua casa no Guincho, Cascais, nesta segunda-feira.
- Fundou a Nova Filarmonia Portuguesa e trabalhou com orquestras nacionais e internacionais, deixando uma discografia extensa, incluindo a integral das Sinfonias de Joly Braga Santos.
- O Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa o descreve como um dos mais conceituados maestros portugueses e um divulgador da obra de Joly Braga Santos, seu amigo e colega.
- Nasceu no Porto, a 17 de novembro de 1938, e estudou com Artur Santos e Fernando Lopes-Graça; frequentou os cursos de Darmstadt em 1960, onde conheceu Stockhausen, Ligeti e Messiaen.
- Aprendeu direcção de orquestra com Pedro Freitas Branco e, posteriormente, com Herbert von Karajan, em Berlim.
Álvaro Cassuto, um dos mais conceituados maestros portugueses, morreu esta segunda-feira aos 87 anos. A notícia foi confirmada pela agência Lusa junto de uma fonte próxima da família. Cassuto faleceu na sua casa no Guincho, Cascais.
O maestro fundou a Nova Filarmonia Portuguesa e colaborou com ensembles nacionais e internacionais. Ao longo da carreira deixou uma extensa discografia, incluindo a integral das Sinfonias de Joly Braga Santos.
Cassuto destacou-se como divulgador da obra de Joly Braga Santos, seu amigo e colega. Nascido no Porto, em 17 de novembro de 1938, estudou com Artur Santos e Fernando Lopes-Graça.
Em 1960 participou em cursos internacionais de Darmstadt, na Alemanha, onde contactou com Stockhausen, Ligeti e Messiaen. Seguiu, ainda, a formação de direcção de orquestra com Pedro Freitas Branco e, posteriormente, com Herbert von Karajan em Berlim.
A trajetória de Cassuto incluiu a condução de orquestras nacionais e internacionais, estabelecendo-se como referência da música portuguesa no panorama global. O seu legado permanece na discografia e no trabalho de divulgação da música de Portugal.
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