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Câmara de Lisboa aprova 880 mil euros para apoio às Marchas Populares

A Câmara de Lisboa aprova 880 mil euros para 22 coletividades, 40 mil euros cada, assegurando a preparação das Marchas Populares de Lisboa de 2026 e a dinamização cultural local

Alcântara e Bairro Alto vencem Marchas Populares de Lisboa, com desfile na Avenida da Liberdade
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  • A Câmara de Lisboa aprovou, por unanimidade, a atribuição de 880 mil euros para apoiar as 22 coletividades participantes nas Marchas Populares de 2026, equivalentes a 40 mil euros por organização.
  • O objetivo é garantir meios financeiros para a preparação e realização das Marchas Populares de Lisboa de 2026, integradas no programa das festas da cidade, que decorrem em junho.
  • As marchas são descritas como símbolo identitário da cidade, com raízes em festas de bairro e forte ligação ao fado e à cultura local, e 20 das 22 marchas estão inseridas no concurso.
  • As Marchas Populares contribuem para a dinamização económica de entidades ligadas à vida associativa e cultural dos bairros históricos do concelho.
  • As marchas remontam ao início do século XX e ganharam notoriedade em 1932, quando institucionalizadas como competição entre bairros, com desfile na Avenida da Liberdade entre a noite de 12 para 13 de junho.

A Câmara de Lisboa aprovou, nesta quarta-feira, por unanimidade, a atribuição de 880 mil euros para apoiar as 22 coletividades participantes nas Marchas Populares de 2026, com 40 mil euros para cada uma. A proposta foi subscrita pelo vereador da Cultura, Diogo Moura (CDS-PP).

O objetivo é garantir os meios financeiros adequados à preparação e concretização das Marchas Populares de Lisboa de 2026, integrada no programa das festas da cidade, que se celebram anualmente em junho.

As Marchas Populares, com raízes nas festas de bairro e fortemente influenciadas pelo fado e pela cultura local, são apresentadas pela autarquia como um símbolo identitário da cidade.

De forma idêntica ao ano anterior, o montante total de 880 mil euros será transferido por igual, ou seja, 40 mil euros, para as 22 coletividades organizadoras, sendo 20 delas a concurso.

Segundo a Câmara, as Marchas Populares contribuem para a dinamização económica de inúmeras entidades ligadas à vida associativa e cultural dos bairros históricos do concelho.

As Marchas Populares de Lisboa remontam ao início do século XX, ganhando notoriedade em 1932, quando foram institucionalizadas como competição entre bairros, com o desfile na Avenida da Liberdade entre as 12 e 13 de junho.

No âmbito do concurso, cada bairro concorrente apresenta a sua marcha, com trajes originais e coreografias desenvolvidas ao longo de vários meses.

O executivo da Câmara de Lisboa é composto por 17 membros, com maioria absoluta, integrando elementos do PSD/CDS-PP/IL, PS, Livre, BE, PCP e Chega.

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