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Tiago Nóia lança tema crítico sobre um tempo de outros vampiros

Tiago Nóia lança single que critica o capitalismo contemporâneo, descrevendo-o como canibal e dizendo que o consumo se torna uma divindade

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  • Tiago Nóia, cantor madeirense, lança o single “Comem tudo”, apresentado como crítica frontal ao capitalismo contemporâneo.
  • A canção aponta para um capitalismo canibal, erguido como novo Deus que pune o amor-próprio e fragiliza o cuidado pelo outro.
  • Na letra, a ironia aparece em trechos como “Hora dada, hora paga” e “Eles comem tudo e deixam nada”.
  • O tema é escrito, composto e produzido por Tiago Nóia, com Maria Ana Guimarães nos sintetizadores e João Quinhentas na bateria; o videoclipe usa uma colagem de imagens e vídeos alheios.
  • Na trajetória do artista, o projeto sucede uma estreia na pandemia com Reborn (2020), lançou vários singles em 2021 e 2024, incluindo Zé ninguém, e em 2025 vieram Fica, Malmequer e Eu sou quem não; todos foram reunidos no EP Errar Melhor, em novembro de 2025.

Tiago Nóia, músico madeirense de Machico, lançou o seu novo single intitulado Comem tudo. A obra surge descrita como uma crítica frontal ao capitalismo contemporâneo, apresentando a fome como metáfora de um sistema voraz que eleva o consumo a uma nova divindade.

A canção, com letra e música de Nóia, firma a produção do próprio artista e integra Maria Ana Guimarães nos sintetizadores e João Quinhentas na bateria. O videoclip utiliza uma colagem de imagens e vídeos de domínio público para acompanhar a faixa.

A imagem central aponta para um capitalismo “canibal”, que pune o amor-próprio e fragiliza o cuidado pelo próximo. O tema questiona o que resta de nós quando tudo é consumido, expressão presente na linha de voz de Nóia e no instrumental. Comem tudo sucede ao percurso do músico desde a estreia durante a pandemia.

O percurso discográfico de Tiago Nóia tem sido marcado por lançamentos consistentes. Em 2020 chegou Reborn, acompanhado de três singles em 2021: Hazy, Melhor de mim e Vivo a desaparecer, este último integrando o EP Facetas. Em 2024 emergiu com Zé ninguém e, em 2025, Fica, Malmequer e Eu sou quem não, reunidos no EP Errar Melhor, lançado ainda nesse ano.

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