- A harpista Maria Sá Silva lançou o disco Entre Cordas: Eco de Paredes, que reúne oito temas de Carlos Paredes em solo de harpa; disponível digitalmente e em CD/LP.
- O projeto Saudade valeu-lhe o prémio no World Harp Competition, tornando-a na primeira harpista portuguesa a vencer o concurso nos Países Baixos.
- Maria Sá Silva, nascida no Porto em 1997, iniciou a harpa aos sete anos e prosseguiu a formação em Milão.
- Gravou oito temas de Paredes — Canção, Valsa, Mar goês, Dança palaciana, Dança, Acção, Variações em si menor e Verdes anos — escolhidos por cobrirem diferentes sonoridades e cromatismos da harpa.
- As primeiras atuações ao vivo estão marcadas para 16 e 17 de abril no Orfeão da Covilhã, inseridas no Festival Y.
Maria Sá Silva, harpista de origem portuense, mergulhou na obra de Carlos Paredes para criar um projeto que venceu um prémio na Holanda e deu origem ao disco Entre Cordas: Eco de Paredes. O trabalho já está disponível em plataformas digitais e como CD e LP.
A paixão pela harpa começou aos seis anos, quando os pais a levaram a um concerto. Estudou no Conservatório do Porto e em Milão, na Scuola Civica. Em 2019, a música de Paredes entrou na sua trajetória musical, após um desafio familiar.
No texto promocional do disco, Maria Sá Silva descreveu o processo como uma descoberta sonora, com novas técnicas de harpa para interpretar a música de Paredes. A intérprete afirma ter retirado da obra uma energia vibrante, cromatismos e uma abordagem emocional.
Foi neste percurso que escolheu oito temas do repertório de Paredes, gravados em solo: Canção, Valsa, Mar goês, Dança palaciana, Dança, Acção, Variações em si menor e Verdes anos. A seleção buscou diversidade de sonoridades para adaptar à harpa.
Prémios e disco
O projeto Saudade rendeu a Maria Sá Silva o título de primeira harpista portuguesa premiada no World Harp Competition, nos Países Baixos. O disco Entre Cordas: Eco de Paredes reforça esse reconhecimento internacional.
Agenda ao vivo
Os concertos de apresentação começam nos dias 16 e 17 de Abril, no Orfeão da Covilhã, inseridos no Festival Y. O certame decorre de 21 de Março a 4 de Junho, na Covilhã e em Castelo Branco. A artista continua a planear apresentações em palcos nacionais.
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