- Holly Hood encerra a trilogia de O Dread Que Matou Golias com o álbum Opressionismo.
- O concerto de celebração realiza-se no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no sábado.
- Cada parte da trilogia tem sete faixas, criadas ao longo de uma década.
- O artista compara o projeto ao filme Boyhood, gravado durante onze anos.
- Opressionismo foi editado a vinte de fevereiro, sucedendo O Dread Que Matou Golias (2016) e Sangue Ruim (2022).
Holly Hood encerra a trilogia que, durante a última década, acompanhou o seu percurso musical. O opus final, Opressionismo, chega após os dois volumes anteriores, O Dread Que Matou Golias e Sangue Ruim. O concerto em Lisboa marca a conclusão do projeto.
A obra é descrita pelo artista como um único álbum dividido em sete faixas, criadas ao longo de dez anos. Hood compara o processo ao filme Boyhood, de Richard Linklater, gravado ao longo de 11 anos, evidenciando a evolução pessoal e criativa do rapper da Linha da Azambuja.
Opressionismo foi editado a 20 de Fevereiro. O espetáculo de apresentação realiza-se no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no próximo sábado, dando continuidade à celebração de uma década de carreira.
Detalhes do concerto
O evento reúne fãs e media em uma sala histórica de Lisboa, com a atuação prevista para a noite de sábado. A produção promete percorrer as temáticas centrais da trilogia, com foco na evolução artística do rapper.
Holly Hood é o foco principal da apresentação, que promete uma leitura ao vivo dos sete temas que compõem Opressionismo. O público poderá acompanhar a transição entre estilos que marcaram a trajetória do artista.
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