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Harry Styles promete disco ocasional no novo álbum, mas entrega menos

Álbum de Harry Styles promete dança, entrega pouco entusiasmo; momentos promissores não bastam para manter a energia da pista

Harry Styles dá-nos pop amorfa que nos faz abanar a cabeça meia dúzia de vezes
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  • Harry Styles lançou o quarto álbum de estúdio, Kiss All the Time. Disco, Occasionally, prometendo um disco de dança, mas com presença irregular.
  • O trabalho recorre a referências dos anos duzentos, com ecos de The Postal Service e Yeah Yeah Yeahs, e parece ter ouvido LCD Soundsystem na construção das músicas.
  • Apesar de coeso, o álbum é descrito como pouco entusiasmante, com canções que quase não chegam a levar a pista de dança.
  • Alguns momentos recortados destacam-se, como Aperture, Ready, steady, go!, Coming up roses e Paint by numbers, que trazem fôlego ao conjunto.
  • O texto sugere que Styles tenta distanciar-se do óbvio, procurando novidade, mas ainda não atinge plenamente o que poderia alcançar.

Harry Styles lançou nesta sexta-feira o quarto álbum de estúdio, Kiss All the Time. Disco, Occasionally. O disco aposta numa sonoridade de dança, mas com passagens mais esporádicas. A aposta é ver o cantor explorar referências de anos 2000.

O disco foi composto por Styles e produzido com base em influências de nomes da música de dança da virada do milénio. Remete a The Postal Service e Yeah Yeah Yeahs, entre outros, sugerindo uma celebração de sons antigos com uma abordagem atual.

Apesar de um conceito coeso, a crítica aponta que o conjunto fica perto do meio do caminho entre pop acessível e explorável. O que não ocorre é uma energia constante de pista de dança, segundo avaliações iniciais.

Entre os momentos mais promissores, destacam-se Aperture, com linha de baixo pulsante, e Ready, steady, go!, que apresenta um refrão marcante. Contudo, há faixas que parecem ponderar demais antes de avançar.

Em contrapartida, Coming up roses e Paint by numbers aparecem como respiros mais suaves, com arranjos de cordas e pop acústica. Nestas faixas, Styles evita o entusiasmo prolongado pela dança.

O álbum é visto como uma tentativa de o músico se distanciar do óbvio, mantendo-se fiel a uma estética pessoal. A crítica observa que o artista não se decide entre estilos, o que pode comprometer a intensidade global.

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