- O Mozambique Music Meeting (MMM) chega à sua terceira edição em Maputo, de 4 a 8 de Março, reunindo delegados de várias partes do mundo.
- O festival enfatiza a relação com a ancestralidade aplicada na dança, na música e na prática criativa contemporânea.
- Maraudje Florêncio, da Companhia de Dança Gwaza, fala em “continuadores das pessoas passadas” como eixo do evento.
- A abertura incluiu a dança tradicional xigubo e há projetos que exploram o afrofuturismo, como os sul-africanos L8 Antique.
- A cantora moçambicana Silke é citada como exemplo de aproximação entre passado e presente na pop local.
O Mozambique Music Meeting (MMM) chega à sua terceira edição, em Maputo, entre 4 e 8 de março, reunindo delegados de várias partes do mundo para contactar com a música local. O objetivo é aproximar passado e presente na prática musical.
Na abertura do festival, a dança tradicional xigubo marcou o início da programação, incluindo propostas que dialogam com o afrofuturismo, como os sul-africanos L8 Antique. A oferta reúne artistas locais e internacionais.
Maraudje Florêncio, da Companhia de Dança Gwaza, afirma que são continuadores das pessoas passadas, refletindo uma relação com a ancestralidade que atravessa o evento. O discurso acompanha a prática em várias ações.
Contexto do MMM
Maputo acolhe a terceira edição do MMM, que se estende até 8 de março, com foco em aproximar públicos e promover uma leitura da música africana pela lente da memória.
A programação destaca nomes nacionais e estrangeiros, incluindo projetos afrofuturistas. Entre eles estão L8 Antique e a cantora moçambicana Silke, em apresentações que cruzam tradições e sonoridades contemporâneas.
Programação e artistas
A organização aponta que a relação com o passado não é apenas referência histórica, mas presença física nos intérpretes e gestos. O MMM procura explorar essa integração entre corpo, memória e criação.
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