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Morre Yanar Mohammed (1960-2026), morte já esperada

Defensora dos direitos das mulheres no Iraque, Yanar Mohammed foi abatida a tiro à porta de casa em Bagdade norte; morreu no hospital pouco depois

Em 1995, Yanar Mohammed exilou-se com a família no Canadá e, três anos depois, fundou uma associação denominada Defesa dos Direitos das Mulheres Iraquianas
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  • Yanar Mohammed, uma das vozes principais pela defesa dos direitos das mulheres no Iraque, foi morta a tiro.
  • O ataque ocorreu na porta de casa, na zona norte de Bagdad, na manhã do dia 2.
  • A atacante chegou de motocicleta antes de disparar.
  • Foi transportada com vida para um hospital próximo, onde acabou por falecer.
  • A jornalista já tinha recebido diversas ameaças de morte ao longo do tempo.

Yanar Mohammed, destacada defensora dos direitos das mulheres no Iraque, morreu em Bagdade após ter sido atingida por um tiro à porta de casa. A morte ocorreu na manhã do dia 2, na zona norte da capital. A agressão envolveu o uso de uma motocicleta que se aproximou do imóvel, segundo relatos preliminares.

A parlamentaridade da causa pública de Mohammed é reconhecida internacionalmente; ao longo dos anos ela enfrentou repetidas ameaças de morte devido ao trabalho em defesa de igualdade de género e direitos civis. O ataque deixou a comunidade local em choque e a comunidade internacional a acompanhar o desenrolar das investigações.

Mohammed foi transportada ainda com vida para um hospital próximo, onde acabou por falecer devido aos ferimentos. As autoridades não confirmaram de imediato as motivações do crime, mantendo a investigação em curso para apurar responsabilidades e possíveis vínculos com ameaças previamente sinalizadas contra a ativista.

Contexto

Yanar Mohammed era uma das vozes mais visíveis na luta pelos direitos das mulheres no Iraque. A sua atuação incluiu denúncias públicas, defesa de políticas de igualdade e apoio a mulheres vítimas de violência, num contexto de instabilidade regional e de riscos acrescidos para ativistas.

Reações e próximos passos

Organizações de direitos humanos e representantes de grupos civis condenaram o ataque e exigem transparência nas pericias. Autoridades locais anunciaram que as investigações estão a decorrer para identificar os autores e motivação do crime, sem levantar conclusões prematuras.

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