- Os uniformes de hotéis, restaurantes ou museus são apresentados como moda de autor portuguesa na 66.ª edição da ModaLisboa, no Pátio da Galé, até este domingo.
- Carla Pontes, Constança Entrudo e Maria Gambina dizem ter liberdade criativa em colecções e projectos de fardamento.
- Os uniformes ajudam a construir a identidade de espaços como hotéis, museus e restaurantes, deixando de ser apenas detalhe.
- São peças de moda de autor com assinatura portuguesa, que contam uma história.
- Este tipo de trabalho representa também um sustento importante para os designers que os assinam.
À 66.ª edição da ModaLisboa, os uniformes de hotéis, restaurantes e museus ganham protagonismo como moda de autor portuguesa. Autores como Carla Pontes, Constança Entrudo e Maria Gambina destacam a criatividade que se expressa também nos fardamentos.
Para as designers, o fardamento é uma via de expressão criativa que se cruza com a identidade de cada espaço. A linha de vestuário corporativo surge, segundo as criadoras, como parte imprescindível da imagem de marca de estabelecimentos.
No contexto da mostra, os uniformes são apresentados como peças de moda com assinatura nacional, capazes de contar histórias. O objetivo é mostrar que este tipo de design sustenta também os criadores que assinam as coleções.
A organização da ModaLisboa decorre no Pátio da Galé, com o evento a decorrer até este domingo. Carla Pontes, Constança Entrudo e Maria Gambina reforçam que o fardamento não é apenas funcional, mas uma forma de moda de autor.
Portfólio e impacto
- As designers ressaltam a liberdade de expressão criativa dentro de projectos de fardamento, sem perder a função prática.
- A proposta insere-se numa perspetiva de valorização da indústria criativa portuguesa, destacando talentos nacionais.
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