- O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, defendeu no Parlamento o investimento em Defesa ao abrigo do Instrumento de Acção para a Segurança da Europa (SAFE).
- Disse que o objetivo não é apenas comprar meios, mas sim comprar ciclos de vida.
- O plano é apresentado como uma visão de futuro e disruptiva do Governo.
- O Governo rejeita que o investimento de 5,8 milhões de euros seja feito em segredo.
- A intervenção ocorreu na comissão de Defesa do Parlamento na quinta-feira.
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, afirmou que o investimento em Defesa ao abrigo do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE) visa mais do que comprar meios: pretende comprar ciclos de vida. A declaração ocorreu nesta quinta-feira.
Nuno Melo discursou na comissão de Defesa do Parlamento, destacando que o plano em análise revela uma visão de futuro e de carácter disruptivo para as Forças Armadas. Reiterou que o objetivo é aumentar a durabilidade dos ativos.
O titular da pasta negou que o investimento de 5,8 milhões de euros seja feito de forma secreta, mantendo o debate público e transparente no âmbito do Parlamento. O discurso centrou-se na estratégia de modernização integrada.
Segundo o ministro, o SAFE permite planeamento de médio prazo, com foco na capacidade de resposta a ameaças emergentes e na sustentabilidade financeira das peças e sistemas usados pelo Exército.
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