- O Banco de Portugal sustenta que as casas vazias em Portugal seriam suficientes para responder ao aumento da procura por habitação, sem necessidade de novas obras.
- O governador Álvaro Santos Pereira indica que a análise, baseada em dados do Instituto Nacional de Estatística e do próprio banco, aponta para um parque desocupado considerável, sobretudo em áreas urbanas.
- O estudo defende incentivos à ocupação, à reabilitação urbana e maior fiscalização sobre imóveis secundários para evitar especulação e otimizar o uso do parque imobiliário existente.
- Portugal figura entre os países europeus com maior percentagem de alojamentos secundários e vagos, tendência que tem vindo a abrandar, mas a quantidade de imóveis vazios continua relevante. O relatório completo está disponível no site do Banco de Portugal.
O Banco de Portugal afirmou que as casas vazias existentes em Portugal seriam suficientes para acomodar o aumento da procura por habitação, sem a necessidade de construir novas estruturas. A análise usa dados disponíveis até o momento.
A avaliação baseia-se em números do Instituto Nacional de Estatística e do próprio Banco de Portugal, que indicam uma quantidade considerável de imóveis desocupados, sobretudo em áreas urbanas.
O governador Álvaro Santos Pereira sublinhou que incentivar a ocupação de imóveis vazios pode reduzir a pressão no mercado habitacional, especialmente nas zonas urbanas mais procuradas. Também destaca políticas públicas de reabilitação urbana.
Propostas e Medidas
A autoridade monetária recomenda maior fiscalização e controlo sobre imóveis secundários para evitar especulação e garantir que casas desocupadas sirvam fins habitacionais, sem distorcer o mercado.
O estudo completo está disponível no site do Banco de Portugal e oferece uma visão detalhada das tendências e desafios do mercado imobiliário português.
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