- Entre 1 de maio e 30 de junho, ocorreram oito mortes nas praias portuguesas, segundo a Autoridade Marítima Nacional.
- Durante o período, a Autoridade Marítima Nacional realizou 376 salvamentos e 492 ações de primeiros socorros.
- Das oito mortes, quatro foram por afogamento (uma em praia marítima vigiada, uma em zona marítima não vigiada e duas em praias marítimas não vigiadas).
- Quatro mortes ocorreram por doença súbita (uma em praia marítima vigiada, uma em zona marítima não vigiada e duas em praias marítimas não vigiadas).
- A Autoridade Marítima Nacional recomenda frequentar praias permanentemente vigiadas, vigiar as crianças, respeitar as bandeiras e os nadadores-salvadores.
Oito mortos nas praias portuguesas nos dois meses de época balnear, entre 1 de maio e 30 de junho, foi o total divulgado pela Autoridade Marítima Nacional (AMN). Além das fatalidades, a AMN registou 376 salvamentos e 492 ações de primeiros socorros.
O balanço representa um acréscimo de seis óbitos face ao mesmo período do ano anterior.
Das oito mortes, quatro foram por afogamento e quatro por doença súbita, com ocorrências em praias vigiadas e não vigiadas, tanto marítimas como costeiras.
Dos óbitos por afogamento, uma ocorreu numa praia marítima vigiada, outra numa zona marítima não vigiada e duas em praias marítimas não vigiadas à data.
Já as mortes por doença súbita distribuíram-se entre uma praia marítima vigiada, uma zona marítima não vigiada e duas praias marítimas não vigiadas.
A AMN reforça a necessidade de frequentar praias vigiadas, vigiar as crianças, respeitar bandeiras e nadadores-salvadores para reduzir riscos durante a época balnear.
As autoridades também salientam a importância de seguir instruções de socorro e manter-se atento a sinais de alerta em toda a costa.
Recomendações da AMN
As autoridades recomendam consultar as condições locais antes de entrar na água e evitar o banho sozinho.
Em caso de mal-estar, contactar rapidamente os meios disponíveis de emergência e seguir as indicações dos nadadores-salvadores.
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