- A Câmara de Ílhavo está a estudar a instalação de uma ponte militar na Vista Alegre como solução provisória para substituir a ponte que está encerrada ao trânsito desde dezembro, devido a problemas estruturais.
- O município reuniu-se com o Regimento de Engenharia n.º 1 do Exército Português e realizou uma visita técnica ao local para avaliar a possibilidade técnica de montar a ponte paralela à existente.
- O Exército deve enviar uma proposta com o caderno de encargos, condições técnicas e o respetivo custo da solução provisória, para que a autarquia possa analisar o encargo financeiro.
- Paralelamente, a Câmara mantém a intenção de recuperar a atual ponte, em madeira e aço, e continua a preparar o lançamento de concurso público para a obra de reabilitação.
- A situação gerou descontentamento na população, com uma vigília marcada para 1 de julho, às 18h30, junto à ponte, após uma sessão pública em que foram prestados esclarecimentos sobre o tema.
A Câmara de Ílhavo reuniu-se com o Exército para encontrar uma solução temporária que minimize o impacto da ponte encerrada desde dezembro na Vista Alegre. A decisão surge para manter a mobilidade entre as duas margens do rio Boco enquanto a estrutura é reabilitada.
Foi realizada uma visita técnica ao local, com o Regimento de Engenharia n.º 1 do Exército Português. Os militares vão enviar uma proposta que inclua o caderno de encargos e o custo de uma possível ponte militar paralela.
Apesar da opção provisória, a Câmara mantém a intenção de recuperar a ponte atual, construída em madeira e aço, e continua a preparar o lançamento do concurso público para a obra.
Ponte militar como solução temporária
A visita permitiu avaliar se existem condições técnicas e geofísicas para instalar uma ponte militar paralela à existente. O município aguarda a proposta do Exército com as condições técnicas e o respectivo encargo financeiro.
A autarquia pretende minimizar os impactos na acessibilidade e na mobilidade dos residentes das duas margens do rio Boco, resultado do encerramento da ponte.
Enquanto não há solução definitiva, o município admite avançar com a alternativa provisória, mantendo os procedimentos para a recuperação da estrutura original.
Reação da comunidade e próximos passos
O encerramento tem causado descontentamento na população, que enfrenta desvios de várias dezenas de quilómetros. Uma sessão pública já ocorreu, com o presidente da Câmara a ouvir os moradores.
Um grupo de utilizadores convocou uma vigília para 1 de julho, às 18h30, junto à ponte, para acompanhar a evolução do processo.
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