- Desde 18 de junho morreram 40 pessoas afogadas em França, muitas delas jovens, devido à grave vaga de calor, segundo o Primeiro-Ministro Sébastien Lecornu.
- Lecornu afirmou, numa reunião de crise, tratar-se de uma tragédia de afogamentos com o último registo padrão de 40 mortes.
- As perspetivas indicam picos de até 44 ºC no sudoeste do país.
- Cerca de 90% da população vive em áreas com alerta vermelho ou laranja por calor extremo.
- Esta é a segunda vaga de calor europeia em menos de um mês, associada às alterações climáticas.
Desde 18 de junho, 40 pessoas morreram afogadas em França, em plena vaga de calor, anunciou o primeiro-ministro Sébastien Lecornu durante uma reunião de crise. A maioria das vítimas são jovens.
As autoridades indicam que o fenómeno decorre diretamente da ondulação de calor extremo que atravessa o país. No sudoeste, as previsões apontam máximos de até 44 ºC.
Segundo o governo, 90% da população vive em zonas com alerta vermelho ou laranja por calor extremo, na terça-feira. A situação eleva o risco de afogamentos em praias e rios.
Dados da onda de calor e contexto climático
Este é o segundo episódio quente em menos de um mês para milhões de europeus, com científicos a associar fenómenos meteorológicos extremos a alterações climáticas induzidas pela atividade humana.
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