- Um estudo com cerca de cinqüenta e quatro mil avaliações no Google de setenta e cinco locais identificou as maravilhas naturais mais subvalorizadas do mundo, compilando uma lista das trinta principais.
- A floresta húmida de Hoh, em Washington, lidera o ranking, com sessenta e nove coma seis por cento das avaliações a usar termos positivos.
- Staffa, na Escócia, aparece entre os cinco primeiros do mundo e é a localidade europeia mais bem classificada, com sessenta e dois coma oito por cento de avaliações positivas.
- A Islândia surge duas vezes entre as subvalorizadas: o desfiladeiro de Stuðlagil (14.º a nível mundial) e o Parque Nacional de Vatnajökull (29.º).
- Entre as subvalorizadas destacam‑se Crater Lake, no Oregon; o centro de visitantes do glaciar Mendenhall, no Alasca; e Grand Prismatic Spring, em Yellowstone.
O estudo, encomendado pela Icewear, analisou cerca de 54 mil avaliações no Google sobre 75 locais em 30 destinos globais. O objetivo foi identificar as maravilhas naturais mais subvalorizadas e comparar com locais mais conhecidos.
Foram usados termos positivos como beautiful, amazing e relaxing para medir a perceção dos visitantes. Entre os resultados, cinco destinos europeus entram no top 30, com Staffa, na Escócia, a destacar-se no top 5. A análise coloca ainda a Islândia como país com mais de um local destacado.
O estudo enfatiza que, em plena era das redes sociais, há procura por experiências menos turísticas e menos suburbanizadas. A pesquisa aponta caminhos para viajantes que procuram paisagens naturais menos exploradas sem abrir mão da qualidade.
Islândia domina destinos europeus subvalorizados
No ranking europeu, Stuðlagil e Vatnajökull aparecem entre os menos valorizados, mas entre os 30 primeiros a nível mundial. Stuðlagil ocupa a posição 24, com 35,2% de avaliações positivas, graças às colunas de basalto e ao rio turquesa.
Vatnajökull, localizado no leste da Islândia, aparece na posição 29, com 28,2% de avaliações positivas. O parque abrange cerca de 13% do território islandês e inclui lagoas glaciares, planícies de areia negra e o Hvannadalshnúkur, o ponto mais alto do país.
Destaques nas Américas
Entre os Estados Unidos, a Floresta húmida de Hoh, em Washington, lidera o ranking mundial das subvalorizadas com 69,6% de avaliações positivas. Localizada no Parque Nacional Olímpico, destaca-se pela copa verde e pela precipitação elevada.
O Crater Lake, em Oregon, fica com 68,5% de avaliações positivas. Formado por uma erupção vulcânica antiga, o lago é conhecido pela água azul intensa e pela pureza das águas.
O Centro de visitantes do glaciar Mendenhall, no Alasca, soma 67,2% de avaliações positivas. O local fica próximo de Juneau e oferece observação de icebergs, trilhos que passam por cascatas e a observação de fauna local.
Staffa e outras maravilhas no Reino Unido
A reserva natural nacional de Staffa, em Escócia, é a gruta de Fingal, famosa pelas colunas hexagonais de basalto e pela paisagem costeira. O local ocupa a 4.ª posição mundial e lidera a Europa com 62,8% de avaliações positivas.
Grand Prismatic Spring, Wyoming
No Parque Nacional de Yellowstone, a Grand Prismatic Spring aparece entre as mais subvalorizadas, com 61,9% de avaliações positivas. A nascente destaca-se pelas cores marcantes e pela extensão explorável via passadiços.
Panorama sobre as mais sobrevalorizadas
Entre as atrações mais sobrevalorizadas, identificadas com menor frequência de termos positivos, destacam-se Königsstuhl Kreidefelsen e Saalfeld Fairy Grottoes, na Alemanha. Seguem-se o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, no Brasil, e o rio Tinto, em Espanha.
A lista completa de destinos mais subvalorizados e sobrevalorizados está disponível junto de fontes oficiais da pesquisa. As autoridades recomendam considerar estas paragens para quem procura experiências naturais menos congestionadas.
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