- Não respeitar as áreas destinadas à colocação de chapéus-de-sol pode custar até 550 euros, segundo a Autoridade Marítima.
- Permanece divergência sobre onde é permitido criar sombra nas praias com áreas concessionadas.
- Na praia de Olhos d’Água, em Albufeira, um casal com uma criança colocou um chapéu-de-sol frente à zona privada dos toldos.
- A concessionária afirmou que nadadores-salvadores tinham dito que a situação permanecia igual, mas depois foi-lhe pedido para retirar o chapéu-de-sol.
- A Agência Portuguesa do Ambiente já reiterou que o chapéu-de-sol pode ser colocado atrás, à frente ou na lateral das áreas concessionadas, mas as dúvidas continuam.
O verão trouxe controvérsia sobre as áreas concessionadas da praia de Olhos d’Água, em Albufeira. Um casal com uma criança de quatro anos instalou um chapéu-de-sol junto à zona privada dos toldos, gerando dúvidas sobre onde é permitido criar sombra.
A concessionária da praia, representada por Sandra Lores, contou ao Público que, após a polémica, a equipa de nadadores-salvadores confirmou que a situação permanece inalterada. Isto significa que a operação de colocação de toldos continua a ser alinhada com as regras vigentes para as áreas concessionadas.
Apesar de declarações anteriores da Agência Portuguesa do Ambiente acerca das margens permitidas para chapéus-de-sol, as dúvidas persistem. A dúvida central prende-se com a possibilidade de colocar sombras na frente, atrás ou nas margens das áreas concessionadas, sem comprometer o acesso ou as zonas reservadas.
A situação envolve clientes da praia, a concessionária e os serviços de segurança, nomeadamente nadadores-salvadores, que zelam pela aplicação das regras. A divergência sobre os limites de colocação de chapéus-de-sol continua a manter-se, mantendo a incerteza entre utilizadores e concessionários.
A concessionária afirma que as áreas concessionadas devem ser respeitadas para manter a organização da praia. As regras visam evitar obstruções no areal, orientar o acesso às infraestruturas e garantir a segurança de banhistas, especialmente crianças.
Perante a dúvida, a gestão da praia reforça a necessidade de confirmar, junto das autoridades competentes, os pontos exatos onde é permitido colocar sombras. O objetivo é evitar infrações que possam resultar em coimas, que podem chegar a 550 euros, conforme norma da Autoridade Marítima.
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