- No primeiro dia da abertura da época de apanha de lapas nos Açores, a Federação das Pescas dos Açores (FPA) e a Associação dos Comerciantes de Pescado dos Açores (ACPA) apelaram ao cumprimento das regras pelo setor.
- O apelo dirige-se a apanhadores, operadores, comerciantes, restauração e consumidores, com o objetivo de proteger, valorizar e assegurar a sustentabilidade deste recurso marinho.
- As entidades defendem a exploração responsável, sustentável e em estrito cumprimento da legislação, preservando as lapas para as gerações futuras.
- Alertam para a existência de apanha ilegal e de comercialização clandestina, pedindo aos consumidores que comprem apenas em estabelecimentos licenciados e com garantias de origem.
- Reafirmam disponibilidade para colaborar com autoridades e promovem a denúncia de situações ilícitas para combater a ilegalidade e garantir a gestão equilibrada dos recursos marinhos dos Açores.
A Federação das Pescas dos Açores (FPA) e a Associação dos Comerciantes de Pescado dos Açores (ACPA) apelaram ao cumprimento das regras na abertura da época de lapas nos Açores. O apelo dirige-se a apanhadores, operadores, comerciantes, restauração e consumidores.
O objetivo é proteger, valorizar e assegurar a sustentabilidade deste recurso marinho de elevado valor económico, social, cultural e gastronómico para a região. O aviso reforça a necessidade de exploração responsável e em cumprimento da legislação.
A apanha, o transporte, o armazenamento, a venda e o consumo de lapas devem obedecer aos períodos autorizados, aos tamanhos mínimos e aos limites de apanha. Estes critérios asseguram a gestão sustentável.
A FPA e a ACPA manifestam preocupação com a apanha ilegal e a comercialização clandestina. Têm impacto negativo nos profissionais legais e comprometem a gestão ambiental e a credibilidade do setor.
Os denunciantes pedem aos consumidores que deixem de comprar lapas fora de circuitos licenciados e que verifiquem a origem do produto junto de estabelecimentos autorizados. A compra ilegal alimenta economia paralela.
As organizações consideram que a sustentabilidade das lapas é uma responsabilidade coletiva. O cumprimento das regras, a fiscalização eficaz e as escolhas conscientes são essenciais para combater a ilegalidade.
Elegem a cooperação com autoridades, setores e restantes entidades como chave para promover boas práticas e uma gestão equilibrada dos recursos marinhos dos Açores. A colaboração mantém-se como prioridade.
Finalmente, apelam à denúncia de situações suspeitas junto das autoridades competentes. A transparência é vista como elemento central para valorizar o recurso.
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