- Punta Marina, vila costeira a leste de Bolonha, é tomada por dezenas de pavões que se espalham pelos passeios e pela localidade.
- Estima-se que existam cerca de 120 pavões na região, que procuram abrigo nos jardins das casas abandonadas.
- Os pavões são vistos como perturbadores pelo menos alguns moradores, que reclamam de ruídos, trânsito, excrementos e arranhões em carros.
- A Câmara de Ravena já tentou realojar as aves em 2022, mas a medida falhou devido à oposição de grupos de defesa dos direitos dos animais.
- Atualmente, surgem propostas de adoção a nível nacional na Itália, com a autarquia a receber candidaturas de todos os cantos do país.
Punta Marina, vila costeira a leste de Bolonha, é dominada por dezenas de pavões que ocupam passeios e casas. As aves, com caudas imponentes, aparecem em telhados e vedações da localidade na região da Emília-Romanha.
O número de pavões divide a população entre quem defende a permanência das aves e quem sustenta que devem ser afastadas. Em Ravena, cidade vizinha, os pavões são vistos como símbolo de imortalidade.
Estima-se que existam cerca de 120 pavões na área, sem contagem oficial. Eles procuraram abrigo num pinhal behind da aldeia, afastando-se de predadores que atacam ninhos em jardins abandonados.
Ao longo dos anos, a Câmara de Ravena experimentou várias medidas para controlar as aves. A realojamento em 2022 falhou, em grande parte por resistência de grupos de defesa dos animais.
Agora entra uma nova frente de ação: a autarquia recebe propostas de adoção de pavões de toda a Itália. A medida visa encontrar soluções mais estáveis para as aves e para a comunidade local.
Adoção e desafios
A diversificação de propostas tem gerado debate entre moradores e associações. A autarquia avalia custos, logística e bem-estar animal antes de avançar com qualquer acordo de adoção. As decisões devem detalhar requisitos de cuidado.
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