- A Câmara de Odivelas quer reordenar a encosta nascente de Olival Basto.
- Estima-se que cerca de um terço das 750 habitações, armazéns e edifícios industriais tenham de ser demolidos.
- O Plano de Pormenor da Vertente Nascente do Olival Basto foi aprovado pela autarquia em fevereiro.
- A intervenção incide nos núcleos ilegais dos bairros Quinta da Várzea, Quinta da Serra e Cassapia, numa área total de 23,3 hectares, onde residem cerca de duas mil pessoas.
- O objetivo é regularizar o maior número possível de habitações, demolindo as que não reunirem condições mínimas de habitabilidade ou segurança.
A Câmara de Odivelas aprovou, em fevereiro, o Plano de Pormenor da Vertente Nascente do Olival Basto, para reordenar a encosta e regularizar infraestruturas nos bairros Quinta da Várzea, Quinta da Serra e Cassapia.
A autarquia estima que cerca de um terço das 750 estruturas existentes — habitações, armazéns e edifícios industriais — tenham de ser demolidas por não reunirem condições mínimas de habitabilidade ou segurança.
O território abrangido soma 23,3 hectares e alberga perto de duas mil pessoas, residentes nos núcleos de génese ilegal envolvidos no projeto.
O objetivo central é regularizar o maior número possível de habitações, demolindo apenas aquelas que não satisfazem padrões mínimos de segurança e habitabilidade.
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