- O olival superintensivo de sequeiro avança em solos áridos, após o regadio.
- O modelo tem garantias de rentabilidade em cerca de 100 mil hectares, áreas hoje ocupadas por cereais e pecuária no Alentejo e Ribatejo.
- Planta-se acima de 1.500 árvores por hectare em solos argilosos condicionados pela aridez, sem acesso a rega e com água apenas da chuva.
- É novidade em Portugal, mas já se revela promissor há pelo menos seis anos nas regiões espanholas de Córdoba e Sevilha.
No Alentejo e Ribatejo, surge um olival superintensivo de sequeiro, com mais de 1500 árvores por hectare em solos argilosos marcados pela aridez. A produção dispensa rega, dependendo apenas da água da chuva.
O modelo cultural promete rentabilidade em cerca de 100 mil hectares hoje ocupados por cereais e pecuária na região. A aposta visa diversificar culturas e aumentar a resiliência em áreas de clima seco.
A ideia já existe há pelo menos seis anos noutras regiões, nomeadamente Córdoba e Sevilha, em Espanha, onde a experiência tem mostrado resultados promissores apesar da ausência de rega.
Entre na conversa da comunidade