- O incêndio, às 6h05 de 13 de abril, destruiu duas estufas no Horto de Ferreiró, em Vila do Conde.
- O fogo consumiu milhares de plantas e vasos, além da cozinha, sala de estar e documentos.
- O espaço era a casa e a família de José Carlos Azevedo e Paula Ferreira, que moram em frente.
- Graça, a padeira, deu o alerta e a tragédia afetou fotografias antigas, o vestido de noiva e outros objetos pessoais.
- Uma semana depois, vizinhos, amigos e fornecedores ajudam na reconstrução, levando materiais, água, comida e mãos de obra.
O incêndio de 13 de Abril destruiu duas estufas do Horto de Ferreiró, em Vila do Conde, deixando os terrenos, a cozinha e a sala de estar gravemente afetados. O fogo surgiu perto das 6h05 e consumiu milhares de plantas, vasos e documentos, em circunstâncias ainda por apurar.
A equipa do espaço, liderada por José Carlos Azevedo e Paula Ferreira, viu parte do sonho queimado. O Horto de Ferreiró é descrito pelos proprietários como casa e família, além de projeto de vida que fica à frente da porta de casa.
Foi Graça, a padeira da vizinhança, quem deu o alerta. Em minutos, as chamas avançaram e deixaram para trás fotografias antigas, o vestido de noiva, quadros e itens pessoais que simbolizam décadas de recordações.
Um enorme apoio surgiu pouco depois, com vizinhos, amigos e fornecedores a contribuir. Levaram materiais, água, comida e ofereceram mão de obra para começar a reconstrução.
Uma semana depois, a recuperação já avançava a passos firmes. O ritmo é marcado pela solidariedade da comunidade, que participa ativamente no reerguer do espaço e na substituição de materiais necessários.
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