- A tempestade Kristin, em 28 de janeiro, destruiu o que restava do Pinhal de Leiria, na Marinha Grande.
- A recuperação permitiu recolher pinhas diretamente do solo, gerando um número invulgar de sementes.
- O Centro Pinus e o ICNF consideram tratar-se de uma oportunidade invulgar para a regeneração da área.
- As sementes recolhidas podem possibilitar a produção de quatro milhões de pinheiros-bravos.
- O foco de recuperação está na região afetada da Marinha Grande, ligada ao Pinhal de Leiria.
A tempestade Kristin destruiu o que restava do Pinhal de Leiria, em janeiro, mas deixou uma oportunidade inesperada para a recuperação. Em áreas da Marinha Grande, foi possível recolher pinhas diretamente do solo, acelerando a obtenção de sementes do pinheiro-bravo.
O Centro Pinus e o ICNF afirmam tratar-se de uma oportunidade invulgar para o pinhal afetado. A recolha direta das pinhas pode acelerar a produção de sementes, num contexto habitualmente marcado pela escassez.
As sementes recuperadas poderão, segundo as organizações, permitir a produção de até quatro milhões de pinheiros bravos no futuro. A verificação de quantidade e qualidade das pinhas está a decorrer para confirmar o potencial replantio.
Este cenário, embora positivo, não compensa os danos causados pela tempestade. As autoridades mantêm o monitorização das áreas afetadas e a avaliação de estratégias de reflorestação para manter a resiliência do ecossistema.
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