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Areais das praias portuguesas reduzem-se com temporais e recebem renovações de areia

Trabalhos de alimentação de praias com areia avançam de norte a sul, visando repor um milhão de metros cúbicos até junho, num ano muito difícil para o litoral

Trabalhos de alimentação artificial na Costa de Caparica
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  • Trabalhos para alimentar praias com areia estão a decorrer de norte a sul de Portugal.
  • Na Costa de Caparica, a areia tem estado movediça e, na praia de São João, máquinas retiram o areal perdido com apoio de tubos que trazem grãos do fundo do rio Tejo.
  • Com o mau tempo já ultrapassado, as praias de Almada vão ser alimentadas até junho com um milhão de metros cúbicos de areia.
  • O equivalente a 100.000 camiões carregados de terra fica destinado ao areal de Almada.
  • O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente descreve o litoral como tendo passados “um ano muito difícil” para o litoral.

O areal das praias portuguesas foi alvo de temporais intensos e está a ser reabastecido. As obras de alimentação de praias decorrem de norte a sul do país para evitar a erosão e manter a capacidade de proteção costeira.

Na Costa de Caparica, a areia tem estado particularmente móvel. Na praia de São João, máquinas trabalham ao longo das margens para resgatar o areal perdido, com o Tejo como pano de fundo. Os engenhos deslocam-se entre perfurações e bombas que transportam areia.

A operação utiliza areia vinda do fundo do estuário do Tejo, alimentando as zonas mais expostas. Com os temporais já passados, o objetivo é aumentar o estoque de areia e reduzir lacunas entre o mar e a faixa seca.

No total, Almada vai receber cerca de um milhão de metros cúbicos de areia até junho, o equivalente a aproximadamente 100 mil camiões de terra. O acrescento visa compensar danos causados pela ação dos temporais.

A suspensão de temporais tornou possível confirmar o plano de alimentação, segundo indica a Presidência da Agência Portuguesa do Ambiente. O projeto insere-se numa política de proteção costeira para 2024, com foco na resiliência do litoral.

Segundo o relato institucional, este é considerado um ano particularmente desafiante para o litoral, exigindo ajustes constantes na gestão do areal. As ações seguem sob monitorização para evitar impactos ambientais.

Alimentação de praias: progresso e recursos

As intervenções estendem-se ao longo de várias regiões, com cronograma de execução até ao fim do primeiro semestre. As autoridades mantêm acompanhamento técnico para assegurar a qualidade da areia devolvida às praias.

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