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Matosinhos recruta águias para afastar gaivotas e garantir banhos de verão

Matosinhos abre este verão com quatro águias a afastar gaivotas, sensores de monitorização da água e ações para eliminar ligações clandestinas

Em 2025, Praia de Matosinhos teve 18 interdições devido à má qualidade da água
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  • A praia de Matosinhos abre oficialmente no dia 13 de junho, marcando o início da época balnear no norte.
  • A abertura ocorreu após ter estado em risco de exclusão em 2025, devido a 18 interdições por má qualidade da água; a Câmara vai implementar um programa choque para manter Matosinhos como zona balnear.
  • Quatro águias vão patrulhar os céus para afastar gaivotas, numa medida destacada pelo Jornal de Notícias, junto da ideia de reduzir a contaminação por E. coli associada aos dejetos das gaivotas.
  • Foi destacada uma equipa para avaliar a rede de águas pluviais e identificar ligações clandestinas; dezenas já foram resolvidas, mas existem centenas de esgotos ligados à ribeira da Riguinha.
  • A Agência Portuguesa do Ambiente instalou sensores automáticos para monitorizar parâmetros físicos ou químicos e avaliar os efeitos das medidas tomadas pela autarquia.

A praia de Matosinhos abrirá oficialmente este verão, a 13 de junho. A divulgação acontece depois de a área ter estado em risco de exclusão da lista de praias nacionais para 2025, devido a 18 interditos por má qualidade da água.

O município anunciou um programa de choque para assegurar a continuidade da praia como zona balnear. Entre as medidas, está a limpeza de imagem ambiental e o reforço da vigilância da qualidade da água.

Quatro águias vão patrulhar o céu de Matosinhos para afastar as gaivotas, cuja presença é apontada por Bordalo e Sá como possível abrigo de contaminação por E. coli, segundo o Jornal de Notícias.

Paralelamente, foi destacada uma equipa para avaliar a rede de águas pluviais e identificar ligações clandestinas. Dezenas já foram resolvidas; no entanto, dados públicos apontam centenas de esgotos ligados à ribeira da Riguinha.

A APA indicou ao JN que foram instalados sensores automáticos para monitorizar parâmetros físicos e químicos da água e avaliar os efeitos das medidas implementadas pela Câmara.

Medidas e monitorização

As sensores permitem acompanhar em tempo real as condições da costa e a evolução dos indicadores de qualidade, contribuindo para a gestão da praia durante a época balnear.

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