- Carla Silva, da Universidade do Minho, explora o uso de desperdícios alimentares com solventes verdes para obter tintas têxteis sustentáveis.
- Vários resíduos, como pó de cortiça, cascas de bolota, cascas de beterraba e folhas de mimosa, passam a ter utilidade na indústria têxtil.
- Os solventes verdes são o “truque” científico que permite tingir tecidos de forma mais sustentável.
- Os primeiros testes da equipa da Universidade do Minho tiveram bons resultados e o próximo passo é avançar com a parceria da indústria.
Uma equipa da Universidade do Minho está a transformar resíduos alimentares e outros restos em tintas para tecidos, recorrendo a solventes chamados verdes.
A iniciativa envolve a pesquisadora Carla Silva, que lidera o projeto no polo de Braga. Os materiais usados incluem pó de cortiça, cascas de bolota e de beterraba, entre outros resíduos.
Os primeiros testes realizados mostraram resultados promissores, sugerindo que a combinação de resíduos com solventes sustentáveis pode reduzir impactos ambientais na indústria têxtil.
O próximo passo envolve a participação da indústria têxtil, com a validação prática das tintas em processos de fabrico e maior escalabilidade do método. O objetivo é confirmar viabilidade comercial e ambiental.
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