Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Desperdício de bolota mancha camisola

Universidade do Minho usa desperdícios alimentares com solventes verdes para tintas têxteis sustentáveis; primeiros testes são promissores

Carla Silva, investigadora da Universidade do Minho, segura uma das amostras tingidas com corantes naturais extraídos da beterraba
0:00
Carregando...
0:00
  • Carla Silva, da Universidade do Minho, explora o uso de desperdícios alimentares com solventes verdes para obter tintas têxteis sustentáveis.
  • Vários resíduos, como pó de cortiça, cascas de bolota, cascas de beterraba e folhas de mimosa, passam a ter utilidade na indústria têxtil.
  • Os solventes verdes são o “truque” científico que permite tingir tecidos de forma mais sustentável.
  • Os primeiros testes da equipa da Universidade do Minho tiveram bons resultados e o próximo passo é avançar com a parceria da indústria.

Uma equipa da Universidade do Minho está a transformar resíduos alimentares e outros restos em tintas para tecidos, recorrendo a solventes chamados verdes.

A iniciativa envolve a pesquisadora Carla Silva, que lidera o projeto no polo de Braga. Os materiais usados incluem pó de cortiça, cascas de bolota e de beterraba, entre outros resíduos.

Os primeiros testes realizados mostraram resultados promissores, sugerindo que a combinação de resíduos com solventes sustentáveis pode reduzir impactos ambientais na indústria têxtil.

O próximo passo envolve a participação da indústria têxtil, com a validação prática das tintas em processos de fabrico e maior escalabilidade do método. O objetivo é confirmar viabilidade comercial e ambiental.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais