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Intervenções urgentes até ao verão: 571 danos no litoral precisam de obras

Autoridades afirmam que 571 danos no litoral serão intervencionados, com 27 milhões de euros em obras urgentes até maio; Moledo deverá ficar pronto em quatro semanas

Ministra do Ambiente em Moledo a acompanhar obras de intervenção na orla costeira
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  • A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, afirmou em Moledo que existem 571 danos no litoral que necessitam de obras, com prioridade para as mais urgentes.
  • Até ao final de maio estão previstas obras urgentes no litoral num montante de cerca de 27 milhões de euros.
  • Em Moledo, o bar de apoio à praia, o Mergulho, provavelmente não reabrirá na época balnear devido à derrocada do paredão.
  • As intervenções estão divididas em três fases: até meio de maio, até ao fim do ano e para 2027/2028; Moledo deverá ficar concluído em quatro semanas, enquanto Quarteira deve encerrar no início de junho.
  • O custo total das intervenções no litoral está estimado em 174 milhões de euros, com financiamento do Fundo Ambiental e de fundos europeus; há ainda uma operação de alimentação artificial em Quarteira-Garrão, instalada a um custo de 15 milhões.

A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, visitou Moledo para acompanhar as obras de intervenção na orla costeira. Em Moledo, destacou que existem 571 danos que exigem obras no litoral e que, até final de maio, serão investidos cerca de 27 milhões de euros nas intervenções mais urgentes.

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado, afirmou que é improvável a reabertura do bar de apoio à praia de Moledo, o Mergulho, na próxima época balnear, devido ao estado do paredão. Avaliar-se-á a situação após a passagem de as intempéries.

Maria da Graça Carvalho explicou que as obras prioritárias no litoral serão concluídas para permitir o usufruto da época balnear. Garantiu que, entre as medidas mais urgentes, a preparação e estabilização das arribas, bem como a reposição de areias, estarão prontas a tempo.

Progresso e financiamento

A governante detalhou o plano financeiro: o custo total das intervenções no litoral está estimado em 174 milhões de euros. As obras mais urgentes já previstas para este ano somam 27 milhões, com 63 milhões vindos de programas europeus que foram interrompidos pelo mau tempo. O restante, cerca de 80 milhões, deverá ser assegurado pelo Fundo Ambiental e por fundos europeus até ao fim do próximo ano.

O périplo de visitas deve seguir para o Furadouro (Ovar) e para a zona entre Quarteira e Garrão, no Algarve, onde decorre uma operação de alimentação artificial com areia. Este último projeto representa a maior intervenção prevista no lote de obras antes do verão, com um investimento de 15 milhões de euros.

Cronograma e objetivos

Maria da Graça Carvalho reiterou que as obras mais urgentes devem estar concluídas para permitir o uso público na época balnear. Em Moledo, a previsão é de quatro semanas de trabalhos, desde que não ocorram novas tempestades. Em Quarteira, a intervenção começou há poucos dias e deverá terminar entre maio e início de junho.

O objetivo é estabilizar arribas e repor areias em áreas identificadas como prioritárias. O plano contempla intervenções distribuídas em três fases: até meados de maio, até ao final do ano e, noutras ações, em 2027-2028, conforme a criticidade de cada local.

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