- Em Vila Chã, Vila do Conde, moradores de um conjunto de casas pagam renda de terreno ao Ministério do Ambiente e encargos diversos, mas dizem não receber apoio quando o mar invade a zona costeira.
- A regularização envolve uma sentença de demolição prevista no plano de ordenamento da orla costeira.
- Os residentes afirmam que, mesmo com água, luz e saneamento, não recebem proteção durante as invasões do mar; recentemente caiu o muro, o passadiço e o mar entrou nos quintais.
- A Câmara Municipal realizou um enrocamento de emergência para acalmar os moradores, mas a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) interrompeu a obra.
Em Vila Chã, Vila do Conde, um conjunto de casas enfrenta a ameaça de demolição prevista no plano de ordenamento da orla. Os moradores pagam renda pelo terreno ao Ministério do Ambiente, além de IMI, água, luz e saneamento.
Segundo os residentes, a habitação não recebe apoio adequado quando há invasão do mar. A situação ganhou nova relevância após o mar avançar sobre o areal, derrubando um muro que separa as casas do espaço de praia e destruindo um passadiço.
A vila viu a Câmara Municipal realizar um enrocamento de emergência para acalmar os moradores. Contudo, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) interrompeu a obra e não foram dadas informações sobre eventuais medidas futuras.
Os habitantes apontam que a gestão pública falha na proteção civil e no suporte a quem vive numa área sob pressão costeira. A manta de proteção existente permanece temporária, sem garantias de longo prazo.
A comunidade refere que o foco do debate recai sobre a gestão da orla e a demolição prevista na zona da Congreira. A Câmara e o APA não divulgaram prazos ou critérios para eventual reabilitação ou realojamento.
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