- Em 26 de março, equipas de limpeza e a Marinha estiveram ao longo da costa do golfo do México para conter o derrame de crude que atingiu praias de Veracruz e Tabasco.
- Já foram removidas 128 toneladas de resíduos contaminados e a extensão oficial da zona afetada é de cerca de 165 quilómetros.
- O crude continua a chegar a praias públicas e zonas de pesca, gerando preocupações entre comunidades costeiras e operadores turísticos.
- O governo federal mantém uma investigação técnico-científica para identificar a origem, com a Presidente Claudia Sheinbaum a sugerir que o responsável poderá ser um operador privado, não a Pemex.
- Organizações ambientalistas contestam a avaliação oficial, defendem que a área pode ser mais extensa e alertam para danos nos mangais, vida marinha e pescas; o derrame ocorreu dias depois de um incêndio mortal numa refinaria em Tabasco.
Doze de Março, a costa do golfo do México assistiu à continuação da limpeza de crude que atingiu Veracruz e Tabasco. Equipes de limpeza e membros da Marinha mantêm-se em alerta ao longo de uma faixa de 165 quilómetros, com drones e embarcações especializadas a recolher resíduos hidrocarbonetos. Até agora foram removidas 128 toneladas de material contaminado, e a origem da mancha ainda não foi apurada.
A operação envolve forças da Marinha, escritórios técnicos e autoridades civis, que trabalham para conter a contaminação e impedir que o crude chegue a praias e zonas de pesca. O objetivo é reduzir os impactos ambientais e económicos na região.
O derrame veio a público pouco menos de uma semana após um incêndio numa refinaria localizada em Tabasco, evento que intensificou o escrutínio sobre a infraestrutura petrolífera mexicana e a fiscalização ambiental. A continuidade da contaminação suscitou preocupações entre residentes, operadores turísticos e comunidades costeiras.
O governo federal informa que prossegue uma investigação técnico-científica para determinar a origem do derrame. A presidente Claudia Sheinbaum sugeriu a possibilidade de responsabilidade de um operador privado, não da Pemex, petrolífera estatal.
Organizações ambientalistas discordam da conclusão oficial e argumentam que a área afetada pode ser maior do que a estimada. Alertam para danos em manguezais, vida marinha e pescas na região.
A contaminação ainda provoca receios entre atividades económicas locais, com impactos potenciais no turismo e na pesca artesanal. As autoridades reforçam medidas de monitorização e continuam a recolha de resíduos ao longo da costa.
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