- O Carvalho de Laukiai, de Rukai, na Lituânia, tem 400 anos e venceu a 15.ª edição do concurso Árvore Europeia do Ano de 2026.
- Pela primeira vez, a competição premiou árvores com pontos “Tree” em vez de votos, após a recente restauração da área junto à árvore.
- Durante o período de votação, o site oficial registou cerca de 1,5 milhões de visitas, com mais de 200 mil votantes únicos.
- Em segundo ficou a Velha Macieira Selvagem, da Eslováquia, e em terceiro a Árvore Tortuosa, da Polónia.
- A cerimónia de entrega decorreu no Parlamento Europeu, em Bruxelas, com parceiros como o Ministério do Ambiente da República Checa e o Fundo Škoda Auto.
O Carvalho de Laukiai, um carvalho de 400 anos, venceu a 15.ª edição do concurso Árvore Europeia do Ano. A árvore da aldeia de Rukai, no centro da Lituânia, superou as concorrentes para conquistar o título em 2026. A vitória surge após a restauração da área em torno da árvore pela comunidade local, que organizou uma festa em sua honra no último ano.
O concurso distinguiu o carvalho pela sua idade e pela projeção ambiental e cultural que representa para a região de Kaunas. O Carvalho de Laukiai tornou-se símbolo local depois de a comunidade revitalizar o espaço junto à árvore, fortalecendo a ligação entre residentes e visitantes.
A novidade nesta edição foi o sistema de pontos Tree, adotado pela primeira vez, em detrimento do voto direto. Entre as alturas da votação, o site registrou cerca de 1,5 milhões de visitas e mais de 200 mil votantes únicos.
A segunda posição coube à Velha Macieira Selvagem, de Diel, Eslováquia, com mais de 150 anos, enquanto a terceira posição ficou com a Árvore Tortuosa da Polónia, numa ilha junto ao castelo dos Szydłowiecki e Radziwiłł.
O Parlamento Europeu acolheu a cerimónia de entrega dos prémios nesta semana, em Bruxelas, num evento que contou com o apoio institucional do Ministério do Ambiente da República Checa, do Fundo Estatal para o Ambiente da República Checa e do Fundo de Dotação Škoda Auto. A organização do concurso destacou o papel das árvores antigas como símbolos de identidade local e ligação à natureza.
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