- As tempestades ainda afetam Porto de Mós, com comunicações por repor em muitos locais.
- Cabos caídos nos terrenos impedem agricultores de lavrar e semear as culturas da primavera, segundo o presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Leiria, Joaquim Avelino.
- Os agricultores dizem que é hora de semear batatas, mas não podem retirar os cabos que atravessam as terras.
- Nas casas, o telefone fixo, a internet e a televisão continuam sem funcionamento, e as faturas continuam a chegar.
- A reposição das comunicações pode demorar entre cinco a seis meses para a fibra ficar novamente operacional, segundo Paulo Fernandes, da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro.
Os efeitos das tempestades recentes ainda se fazem sentir no concelho de Porto de Mós, onde várias zonas permanecem sem comunicações. Cabos caídos nos terrenos impedem os agricultores de avançar com as culturas da primavera.
Segundo o presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Leiria (AADL), os cabos ficaram no chão e atravessam as terras, dificultando o uso de tratores para lavrar e fresar. A prioridade é semear batatas, mas há obstáculos para retirar os cabos.
Nas habitações dos agricultores, o telefone fixo continua indisponível, não há internet nem televisão. As faturas continuam a chegar, apesar da suspensão dos serviços, o que agrava o desconforto nas famílias afetadas.
A reposição das comunicações, sejam fixas ou móveis, de televisão e internet, mantém-se muito atrasada, com previsões de demora entre cinco e seis meses para a fibra ficar reestabelecida em algumas áreas. A estimativa foi partilhada pelo coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, Paulo Fernandes, numa conferência da Câmara de Leiria.
Os agricultores de Porto de Mós aguardam que a normalização não se estenda a todo o território e desejam ver o serviço reposto o mais depressa possível, para retomar a atividade agrícola com normalidade.
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