Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Região de Leiria teme atraso na reconstrução de casas

Região de Leiria teme lentidão da CCDR no pagamento de apoios à reconstrução de casas, atrasando famílias afetadas e a recuperação local

A região Centro foi das mais atingidas pela sucessão de tempestades
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente da CIM Região de Leiria diz haver lentidão da CCDR Centro no pagamento de apoios à reconstrução de casas danificadas pelo mau tempo.
  • Algumas candidaturas já foram validadas pelas câmaras, mas há atraso no processamento e pagamento dos apoios.
  • Suscitam-se preocupações adicionais sobre o estado das florestas, acessibilidade de caminhos e carga de combustível, que dificultam intervenções de emergência.
  • O Governo colocou à CCDR Centro uma verba de 150 milhões de euros, com foco em transparência e utilização cuidada do dinheiro público.
  • As autarquias pedem agilizar os processos, melhorar o acompanhamento das candidaturas e definir a melhor forma de ressarcir municípios por despesas como limpeza e desobstrução de vias.

A região Centro foi das zonas mais afetadas pelas tempestades que marcaram o período. Na CIM Região de Leiria, o presidente Jorge Vala expressou preocupação com a lentidão na resposta da CCDR Centro às candidaturas de apoio à reconstrução de casas danificadas pelo mau tempo. O alerta surgiu no final de uma reunião em Castanheira de Pêra.

Vala explicou que muitas candidaturas já passaram pela validação das câmaras municipais, mas ainda aguardam pagamento pela CCDR. A questão foi discutida com o secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, em presença de responsáveis locais.

Outra preocupação prende-se com o estado das florestas, após a retirada da mata derrubada. Caminhos inacessíveis e o volume de combustível elevado aumentam os riscos, dificultando ações de emergência, como a atuação de bombeiros em caso de incêndio.

A reunião também abordou o movimento associativo e o impacto nas empresas, lembrando que as câmaras estiveram cerca de um mês sem funcionar. Foi sublinhado que é necessário facilitar o adiamento de prazos obrigatórios para os municípios.

Regalado reconheceu a necessidade de respostas céleres para apoiar famílias e autarquias. Foi anunciada a transferência para a CCDR Centro de 150 milhões de euros, com insistência na transparência e na boa gestão de recursos públicos.

O secretário de Estado afirmou que as autarquias devem acompanhar as candidaturas para agilizar pagamentos. Além disso, ressaltou que é preciso melhorar o processo, mantendo a execução dos fundos sob estrita fiscalização.

Foi admitido que os abalos financeiros vão exigir um conjunto de políticas, visto o impacto devastador nas regiões. O Governo pretende perceber como otimizar prazos, custos e adjudicações para acelerar as obras de reconstrução.

Além disso, está em estudo a melhor metodologia para ressarcir municípios com custos de limpeza e desobstrução de vias. O levantamento de danos ainda é considerado preliminar, dependente de projetos e estimativas de custos atualizadas.

Continuidade do acompanhamento

A CIM reúne municípios de Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Pedrógão Grande, Pombal e Porto de Mós para acompanhar o processo de reconstrução e a aplicação dos apoios.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais