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Protesto contra megacentrais solares na Beira Baixa

Manifestação nacional em Lisboa contra megacentrais solares na Beira Baixa, com entrega de petição de mais de 17 mil assinaturas à Assembleia da República

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Manifestação contra as megacentrais solares na Beira Baixa
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  • A Plataforma de Defesa do Parque Natural do Tejo Internacional organiza uma manifestação nacional, em Lisboa, a 31 de janeiro, contra as megacentrais solares na Beira Baixa, intitulada “O Interior não está à venda – Não às megacentrais solares”.
  • No dia anterior, 30 de janeiro, uma delegação entrega na Assembleia da República a petição pública “Salvem a Beira Baixa – Parem as Megacentrais Solares!”, com mais de 17.000 assinaturas válidas.
  • A Plataforma afirma que este é um momento decisivo para chamar a atenção dos decisores políticos e dos promotores de megaprojetos na Beira Baixa e em todo o país.
  • A Central Fotovoltaica da Beira foi recentemente chumbada pela Agência Portuguesa do Ambiente pela segunda vez, mas o promotor pode reapresentá-la dentro de seis meses; a decisão sobre a Central Fotovoltaica de Sophia deverá sair até 9 de fevereiro.
  • O convite à participação da manifestação inclui comunidades locais, associações culturais, ranchos folclóricos, grupos musicais e empresários, além de movimentos cívicos de todo o país com problemas semelhantes.

A Plataforma de Defesa do Parque Natural do Tejo Internacional anunciou uma manifestação nacional contra as megacentrais solares na Beira Baixa, marcada para 31 de janeiro, em Lisboa, com o lema O Interior não está à venda – Não às megacentrais solares. No dia 30 de janeiro, uma pequena delegação entregue na Assembleia da República a petição pública Salvem a Beira Baixa – Parem as Megacentrais Solares, já com mais de 17 mil assinaturas válidas. A ação é apresentada como decisiva pela organização.

A plataforma afirma que os projetos apresentados não são nem limpos nem sustentáveis e pretende fazer ouvir-se junto de decisores políticos e promotores de megaprojetos. O projeto Central Fotovoltaica da Beira foi chumbado pela APA pela segunda vez, mas pode ser reapresentado dentro de seis meses. Paralelamente, a decisão sobre o Central Fotovoltaica de Sophia deverá ficar conhecida até 9 de fevereiro.

Para a Plataforma, a petição e a manifestação formam um sinal claro para os responsáveis políticos em Lisboa e para os promotores de grandes projetos na Beira Baixa e em todo o país. A organização reforça que os projetos não correspondem a uma realidade sustentável, segundo a perspetiva apresentada.

Contexto regulatório

A Plataforma convoca a participação de autoridades locais, associações culturais, ranchos folclóricos, grupos de bombos e comunidades tradicionais para levar à capital a identidade da Beira Baixa. O apelo estende-se a empresários, caçadores, produtores agrícolas, grupos de caminhadas e outras entidades locais, bem como a movimentos cívicos nacionais com problemas semelhantes.

A ação national visa também mobilizar movimentos cívicos que enfrentem situações semelhantes, incluindo megaprojetos solares, parques eólicos ou explorações mineiras.

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