- A consulta pública ao projeto Capwatt Biometano Monforte decorre até 3 de fevereiro de 2026 via o portal Participa; o licenciamento ambiental começou a 22 de dezembro de 2025.
- A central produzirá biogás, que será purificado para gerar biometano, com recuperação de CO₂ no processo.
- O empreendimento ocupa cerca de 53.270 metros quadrados e tem capacidade anual máxima de 4.018 toneladas de biometano e 7.528 toneladas de CO₂, correspondendo a 61 GWh por ano.
- As matérias-primas são efluentes pecuários e águas residuais resultantes da extração de óleo de bagaço de azeitona, fornecidas pela unidade industrial Oleoalegre.
- A construção está prevista para 14 meses, com início ainda em 2026 e cerca de 15 trabalhadores; a exploração deverá começar no segundo semestre de 2027, com a participação pública para observações.
Monforte iniciou uma consulta pública ao projeto Capwatt Biometano Monforte, até 3 de fevereiro de 2026, para recolher contributos da população. O licenciamento ambiental começou a 22 de dezembro de 2025. O processo decorre no âmbito do portal Participa.
O projeto visa uma central que transforma biogás em biometano, com recuperação de CO2 por purificação do biogás. O promotor utiliza efluentes pecuários e águas do bagaço de azeitona, fornecidas pela unidade da Oleoalegre, via conduta elevatória.
A área ocupará cerca de 53.270 m2. A produção anual prevista é de 4.018 toneladas de biometano e 7.528 toneladas de CO2, com operação contínua 24/7 ao longo do ano. Estima-se 61 GWh de biometano por ano.
Cronograma e participação pública
A construção deverá durar 14 meses, com início previsto em 2026 e cerca de 15 trabalhadores. A exploração está prevista para o segundo semestre de 2027. A fase de consulta permite ao público apresentar observações ao EIA.
O Estudo de Impacte Ambiental afirma que os impactos positivos superam os negativos, tanto na construção como na operação, apontando um baixo nível de impacto ambiental. A participação pública contribui para a avaliação final.
A central utiliza efluentes pecuários e águas residuais do processamento do bagaço de azeitona, o que é descrito como parte do modelo de valorização de resíduos. O EIA foi consultado pela agência Lusa e o processo segue as regras de licenciamento.
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