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Proibição de recolher musgos pode ter exceções, indica estudo

Em Portugal, a recolha de musgos fora de áreas protegidas pode exigir autorização para fins não científicos; existem quinhentos musgos, com duzentos ameaçados

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Nem todos os musgos estão legalmente protegidos, mas a apanha destas plantas é proibida em áreas protegidas
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  • A recolha de musgos é proibida em áreas protegidas e para espécies ameaçadas, com possíveis contra-ordenações ou crime ambiental em casos de danos.
  • Nem todos os musgos estão protegidos, mas vários entram na Directiva Habitats; a colheita pode ser proibida para fins não científicos.
  • Em Portugal continental existem cerca de quinhentos musgos, com cerca de duzentos considerados ameaçados; retirar pode afetar várias espécies e demora décadas a recuperar.
  • O musgo Hypnum cupressiforme é a espécie mais usada nos presépios, mas a sua recolha continua a causar impacto ambiental.
  • A recomendação é evitar recolher musgos, sobretudo em áreas protegidas, e procurar alternativas sustentáveis, como outros materiais decorativos ou estufas de cultivo.

O(poly) texto começa com a pergunta comum sobre a recolha de musgos durante o Natal, mas a resposta depende da espécie e do local. Mesmo quando não existem sanções, a prática não é inócua para o ecossistema.

A lei impede a recolha em áreas protegidas e para espécies ameaçadas. Em Portugal, apanhá-los, cortá-los, vendê-los ou destruí-los pode ser uma contra-ordenação ambiental grave, com sanções dentro de um regime regulado.

Contexto legal

A legislação distingue musgos protegidos de outros. Espécies da Directiva Habitats fazem parte de anexos com restrições específicas, especialmente o Sphagnum, comum em turfeiras. Recolha sem autorização pode ser crime ambiental em casos de danos significativos.

Alguns musgos não estão protegidos, mas o impacto ambiental da sua remoção pode ser relevante. Autores científicos destacam que o musgo desempenha funções como retenção de água, proteção do solo e abrigo para invertebrados.

Espécies e ecologia

Portugal continental tem mais de 700 membros da brioflora, incluindo cerca de 500 musgos, com cerca de 200 ameaçados. A diferenciação entre espécies é essencial para evitar danos a comunidades associadas.

A recolha, mesmo de pequenas quantidades, pode afetar várias espécies e exige que o musgo tenha tempo de décadas para se recompor. Cresce de forma lenta, tornando a recuperação lenta.

Práticas recomendadas

A espécie mais usada nos presépios, Hypnum cupressiforme, não está ameaçada, mas a prática não é isenta de impacto. Alternativas de cultivo ou de substituição por materiais naturais inertes reduzem danos ambientais.

Especialistas sugerem viveiros ou alternativas sustentáveis para substituir o musgo vindo diretamente do ambiente. Evitar a recolha em áreas sensíveis e compreender o papel ecológico dos musgos é fundamental.

Conclusão operacional

A recomendação é evitar a recolha de musgos, sobretudo em áreas protegidas, e considerar opções menos invasivas. Mirar alternativas que preservem o equilíbrio dos ecossistemas é a chave para uma decoração natalícia responsável.

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