- Gonçalo Castelo-Branco, professor de Biologia de Células Gliais no Instituto Karolinska, foi escolhido para o Comité do Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina.
- O comité é composto por cinco membros mais o Secretário-Geral da Assembleia Nobel; os membros são eleitos para um mandato de três anos, com dez membros associados eleitos anualmente para março a outubro.
- Castelo-Branco tem nacionalidades portuguesa e sueca e atua em Estocolmo, na Suécia.
- A Assembleia Nobel é formada por cinquenta professores do Instituto Karolinska e reúne-se cinco vezes por ano para discutir nomeações, eleger o Comité e decidir o laureado na primeira segunda-feira de outubro.
- O Prémio Nobel inclui um diploma, uma medalha de ouro e um cheque de 11 milhões de coroas suecas (cerca de 1 milhão de euros).
Gonçalo Castelo-Branco, professor no Instituto Karolinska, foi escolhido para integrar o Comité do Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina. A nomeação acontece num quadro em que o comité tem cinco membros e o Secretário-Geral da Assembleia Nobel. Os membros são eleitos para um mandato de três anos.
Este ano, o académico português com dupla nacionalidade (portuguesa e sueca) integra o Comité, que tem como objetivo avaliar nomeações e, anualmente, decidir quem recebe o prémio. A eleição decorre entre os membros associados ao Instituto Karolinska.
A Assembleia Nobel é que gere o prémio, composta por 50 docentes do Karolinska, reunindo-se cinco vezes por ano. A decisão final de atribuição ocorre na primeira segunda-feira de outubro.
Contexto do Prémio Nobel
O Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina, criado em 1895 por Alfred Nobel, foi atribuído pela primeira vez em 1901. O galardão inclui diploma, medalha de ouro e um cheque de 11 milhões de coroas suecas (cerca de 1 milhão de euros).
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