- Desde novembro, quando chove, entra água no pavilhão de ginástica, numa sala de aulas, nos corredores e nos quadros elétricos da Escola EB1/Jardim de Infância de Lourel, em Sintra.
- As infiltrações têm-se agravado e os pais receiam pela segurança das crianças.
- O pavilhão, usado para Educação Física e Atividades de Enriquecimento Curricular, está com contentores/baldes para recolher a água.
- A Câmara de Sintra assegura que o edifício está seguro e que haverá uma intervenção pontual.
- A presidente da associação de pais, Helena Cabral, afirma que quase toda a escola tem manchas de bolor nos tetos.
Desde novembro, quando chove, água entra no pavilhão de ginástica, numa sala de aulas, nos corredores e nos quadros elétricos da Escola EB1/Jardim de Infância de Lourel, em Sintra. As infiltrações têm agravado, gerando preocupação entre os encarregados de educação pela segurança das crianças.
A situação afeta o quotidiano escolar, com baldes colocados no pavilhão para evitar o acumular de água. Alunos utilizam o espaço de Educação Física e as atividades de enriquecimento curricular, enquanto os autocolantes e equipamentos sofrem com infiltrações que provocam manchas de humidade nos tetos.
Os pais pedem respostas rápidas, apontando riscos na infraestrutura antiga. A presidente da associação de pais, Helena Cabral, descreve o cenário como geral na escola, com água entranhada e infiltrações visíveis em várias zonas.
Intervenção planeada pela Câmara
A Câmara Municipal de Sintra afirma que o edifício está seguro e que será realizada uma intervenção pontual para corrigir as infiltrações. Não foram avançados prazos específicos, apenas a garantia de ações rápidas para mitigar os problemas existentes.
A autarquia acrescenta que a obra pretende substituir componentes danificados e melhorar a impermeabilização, com foco em áreas críticas onde a água entra com maior intensidade durante as chuvas. A direção da escola mantém a vigilância sobre a evolução da situação.
Situação atual e impactos
Até ao momento, não houve registos de incidentes com ferimentos, mas a gestão escolar continua a monitorizar as condições. A comunidade educativa espera que as obras ocorram com interrupções mínimas nas atividades letivas.
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