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Centro Logístico de Aveiras ocupará terrenos classificados como florestais

Centro Logístico de Aveiras ocupa terrenos florestais; promotores contestam eficácia do ordenamento, alegando direitos adquiridos frente ao novo PDM mais restritivo

O Centro Logístico de Aveiras começará a funcionar no final de 2027 e representa um investimento de 75 milhões
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  • O Centro Logístico de Aveiras (CLA) vai ocupar um terreno com mais de 28 hectares junto à Estrada Nacional 366, entre Alcoentre e Aveiras de Cima, no concelho da Azambuja.
  • Promotores, o grupo Glacier Crown, anunciam um investimento de 75 milhões de euros numa infraestrutura de distribuição intermodal com três pavilhões.
  • O CLA deverá funcionar no final de 2027 e criar cerca de 250 empregos quando estiver em pleno funcionamento.
  • O terreno é classificado como florestal, e os promotores afirmam que o Plano de Ordenamento do Território não tem eficácia direta sobre particulares.
  • Com o novo Plano Diretor Municipal mais restritivo, os promotores podem recorrer a direitos adquiridos.

O Centro Logístico de Aveiras (CLA) vai ocupar terrenos classificados como florestais junto à Estrada Nacional 366, entre Alcoentre e Aveiras de Cima, no concelho da Azambuja. A infraestrutura, vocacionada para distribuição intermodal, é composta por três pavilhões de grandes dimensões e insere-se numa área superior a 28 hectares. O promotor é o grupo Glacier Crown, com um investimento estimado em 75 milhões de euros, e a previsão de entrada em funcionamento aponta para o final de 2027.

O projeto foi apresentado num contexto de discussão sobre o impacto ambiental e o planeamento urbano. Promotores do CLA afirmam que o Plano de Ordenamento do Território (POT) não tem eficácia directa sobre decisões de particulares, e apontam para direitos adquiridos em face de evoluções de planeamento. O novo Plano Diretor Municipal (PDM), com regras mais restritivas, é citado como fator relevante para o enquadramento do empreendimento.

Quando estiver plenamente operante, o CLA deverá criar cerca de 250 postos de trabalho, num conjunto de atividades ligadas à distribuição intermodal. O espaço situa-se numa zona de ligação estratégica entre duas comunidades, com potenciais impactos nos acessos e na circulação rodoviária local. As informações oficiais indicam uma fase de construção que se estenderá ao longo de 2027, com início de funcionamento previsto no último trimestre daquele ano.

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